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COMDES recebe coronel Araújo Gomes para tratar da segurança no Estado

Encontro contou com a presença do prefeito Gean Loureiro e da secretária de Segurança Pública Maryanne Mattos

Entender como está a segurança nas cidades vizinhas foi prioridade na última reunião do Conselho Metropolitano para o Desenvolvimento da Grande Florianópolis (COMDES). O comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina (PMSC), coronel Araújo Gomes, compartilhou com os empresários o foco de atuação da PMSC.

Com o conceito “Presente e Protegendo”, o coronel Araújo Gomes afirmou que o foco de trabalho é formado por três pilares de atuação: reduzir a criminalidade, reduzir o medo de vitimização e aumentar a confiança na política.

De acordo com Gomes, a qualidade na PMSC aumentou tanto em quantidade de agentes quanto em inovação neste ano. No Estado o efetivo é em torno de 12 mil agentes que resultam, em média, em 600 a 800 patrulhas motorizadas por turno. “42% do efetivo é mais jovem, inovador e tecnológico. Para poder prender melhor o criminoso investimos em software de comunicação, com isso, não deixamos brecha para o defensor soltar o delinquente”, pontua.

Ainda na reunião do conselho, o diretor Técnico da Superintendência de Desenvolvimento da Região Metropolitana da Grande Florianópolis (Suderf), Célio Sztoltz, apresentou o projeto de restruturação do transporte público coletivo, assim como explanou sobre a morosidade do envio do projeto de Lei para concessão na Assembleia Legislativa que permite a viabilização da Rede Integrada de Transporte Coletivo Metropolitano elaborada pela Suderf com apoio do Observatório de Mobilidade Urbana da UFSC, que vai unir os sistemas de ônibus intermunicipais com os municipais, facilitando os deslocamentos das pessoas entre os municípios sem necessidade de entrar na Ilha.

Ao final do encontro, o prefeito Gean Loureiro (MDB) trouxe os principais temas em discussão da cidade, incluindo as ações de combate à pirataria com apreensões e fiscalizações diárias pelas ruas do centro de Florianópolis. “Depois que conseguimos agir de forma intensa, grande parte dos ambulantes foram embora. Em média, 20 famílias de estrangeiros estão na cidade para estudar e se capacitar para trabalhar formalmente no munícipio”, conta Loureiro.

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