Clipping - 31/01/208

CDL de Florianópolis

TV Catarina: Meio-Dia Catarina
Pauta: Cobrança da taxa de lixo
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TV Catarina: Meio-Dia Catarina
Pauta: Aumenta o índice de confiança do consumidor
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SBT: SBT Santa Catarina
Pauta: chuvas em janeiro prejudica o comércio
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Ric Record: Ric Notícias
Pauta: Entidades discutem na Câmara o uso de impostos para a Cultura
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SBT: SBT News
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SBT: SBT News
Pauta: chuvas em janeiro prejudica o comércio
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Fonte: Notícias do Dia - Fábio Gadotti


Geral

Fonte: Notícias do Dia

Balanço de acidentes em rodovias federais de SC aponta o menor número de mortes em 21 anos
O levantamento feito com dados de 2017 mostra redução de 15% de mortes somente no último ano

A PRF-SC (Polícia Rodoviária Federal em Santa Catarina) registrou mais de 10 mil acidentes e 381 mortes nas rodovias federais de Santa Catarina em 2017. O balanço de acidentes do último ano foi divulgado nesta terça-feira (30) e aponta que a rodovia com maior número de acidentes foi a BR-101, com 5.077 acidentes e 138 mortos, seguida pela BR-282 e BR-470, que registraram 93 e 81 mortes, respectivamente. No total foram 10.658 acidentes, nos quais 9.758 pessoas ficaram feridas.

Apesar do volume de acidentes, segundo a PRF, foi o menor número de mortes registrada nos últimos 21 anos. Comparando os números de 2017 com o ano anterior, verificou-se estabilidade no total de acidentes, aumento no número de feridos (+3,7%). No quesito vítimas fatais houve redução de 15,5% de casos.

Sobre o número de acidentes, a PRF ressalta que desde julho de 2015 as ocorrências sem vítimas e pequenos danos materiais também são registradas
pelo próprio usuário pela internet, na Declaração de Acidente de Trânsito Eletrônica –E-DAT. De acordo com a polícia isso contribuiu para a redução no número total de acidentes a partir de 2015 em comparação aos anos anteriores.

A queda das ocorrências com mortes em 2017, alpem da conscientização dos motoristas, é atribuída às operações em períodos de intensificação de fluxo, às campanhas educativas, ao aumento da segurança dos veículos com a obrigatoriedade do airbag e freios ABS, por exemplo, à implantação da Lei dos Faróis e ao aumento do rigor na legislação de trânsito em novembro de 2016, que entre outras medidas reajustou o valor das multas.


Fonte: Notícias do Dia

Prazo para desligamento do sinal analógico é prorrogado em Florianópolis e região
Pesquisa apontou que 89 % dos domicílios da Capital já possuem sinal digital

O prazo para desligamento do sinal analógico e início da transmissão exclusiva de sinal digital que estava previsto para esta quarta (31) foi prorrogado em Florianópolis e em mais seis cidades da Grande Florianópolis: São José, Palhoça, Biguaçu, Paulo Lopes, Antonio Carlos e São Pedro de Alcântara. A nova data para o desligamento oficial será em 28 de fevereiro.

O Ibope Inteligência realizou pesquisa em Florianópolis entre os dias 16 e 27 de janeiro. Foram realizadas 2.044 entrevistas. Na cidade, 89 % dos domicílios já possuem sinal digital. A digitalização da TV aberta permitirá que os telespectadores assistam aos programas com maior qualidade de som e imagem.

Com o desligamento do sinal analógico, haverá a liberação da faixa de 700 MHz, atualmente ocupada por canais de TV aberta em tecnologia analógica. Essa radiofrequência será utilizada para ampliar a disponibilidade do serviço de telefonia e internet de quarta geração (4G) no Brasil.

Os beneficiários de programas sociais do Governo Federal como Bolsa Família, Minha Casa Minha Vida, Tarifa Social de Energia Elétrica, entre outros têm direito a receber um kit gratuito (com antena e conversor e controle remoto). É necessário acessar o site Seja Digital e agendar a retirada do kit. O telefone da Central de Atendimento é 147.


Fonte: Notícias do Dia

Temporada de verão em Florianópolis empolga apenas pela movimentação de turistas

Aumento no número de passageiros no Terminal Rodoviário Rita Maria e no Aeroporto Internacional Hercílio Luz confirma o incremento de visitantes, mas com menos dinheiro para gastar

Em época de locação de imóveis por aplicativos, além do tradicional boca a boca, o termômetro da temporada de verão 2017/2018 de Florianópolis não pode ficar unicamente na ocupação dos hotéis. Para saber se os visitantes estão nas praias e nos principais pontos turísticos, o ND ouviu ambulantes e comerciantes que dependem exclusivamente dos visitantes. Para eles, a temporada empolga em partes. A opinião é compartilhada pelo superintendente de Turismo de Florianópolis, Vinícius De Lucca, que confirma um pequeno acréscimo no número de visitantes, mas uma redução dos gastos.

“Ainda não temos os números, mas em conversa com o trade turístico e olhando pelas ruas percebemos um acréscimo no número de turistas. Notadamente, um incremento no número de argentinos e de paulistas”, disse. “Infelizmente, esse aumento não está refletindo no crescimento da receita, porque ainda estamos sob o efeito de uma crise financeira”.

A Floripa Airport, que administra o Aeroporto Internacional Hercílio Luz, confirmou o aumento no número de voos regulares. Nos primeiros 28 dias do ano, a operadora registrou o incremento de 124 voos domésticos e de 70 internacionais nas chegadas em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o gerente da Aerolineas Argentina, Marcelo Onofre, os voos charters estão mantidos e chegando com 80% da capacidade.

Já o gerente administrativo do Terminal Rodoviário Rita Maria, Laurino Peters, percebeu um crescimento médio de 15% no número de passageiros no período de festas. Somente nos primeiros nove dias de janeiro, a rodoviária registrou um movimento de 115 mil passageiros.

Para o ambulante argentino Facundo Scoglietti, 26 anos, que trabalha na praia de Canasvieiras pela terceira temporada preparando drinques, lanches e porções, a percepção é de que os turistas vão ao supermercado antes de ir à praia. “Continuamos vendendo a mesma média de bebidas, mas caíram os pedidos de comida. A temporada está boa, pero no mucho. Acredito que deveriam proibir o cooler na praia”, brincou o ambulante, que trabalha ao lado da namorada Brenda Ludeña, 23, e do sócio Diego Ponti, 30.

Conforme Facundo, a enxurrada prejudicou a imagem de Florianópolis. Isso porque os noticiários da Argentina deram ênfase aos problemas de balneabilidade em função da chuva.

Ocupação da rede hoteleira foi extraordinária até a chuva

Para a diretoria de Eventos e Capacitação da Abih-SC (Associação Brasileira da Indústria Hoteleira), Lara Perdigão, a ocupação do Natal até o período de chuva oscilou entre 80% e 90%. Ela acredita que o visitante está fazendo as contas e, por isso, pensa e negocia cada centavo gasto com mais cuidado.

A intenção do turista é passear, mas sem se endividar. “Até o período de chuva a ocupação estava ótima. Tivemos algumas desistências durante esse tempo e negociamos com quem já estava no destino ou com a reserva marcada. A previsão é de uma redução no número das ocupações na segunda quinzena de janeiro, mas estamos com uma expectativa de recuperação em fevereiro, principalmente, até o Carnaval”, prevê.

O superintendente de Turismo de Florianópolis, Vinícius De Lucca, acredita que a temporada será ótima, mas abaixo de recordes anteriores. “Teremos um incremento no número de visitantes, mas ainda abaixo das temporadas de 2010 e 2011. Além disso, a temporada é mais curta, porque o Carnaval termina no dia 14 de fevereiro. A gente quer que os turistas gastem mais e deixem mais renda aqui, mas não podemos esquecer que ainda estamos sobre o efeito da crise”, comentou.

Ambulantes paraibanos vêm em busca de argentinos

Há mais de uma década, o ambulante Edmilson Cavalcante, 29 anos, deixa o interior da Paraíba para vender redes e mantas na praia de Canasvieiras. Ele e o sócio Giomarcos da Silva, 41, estão atrás dos argentinos carregando dezenas de peças em um carrinho improvisado.

“Quem compra na praia é o estrangeiro, principalmente o argentino. E é por causa deles que todos os anos o meu destino, do Natal ao Carnaval, é o Norte da Ilha. Se não fosse por eles não compensava. Este ano eles estão em grande número, mas gastando menos. A média de venda em janeiro de 2017 era superior a 40 redes por dia e, hoje, não alcança 30”, contou Edmilson, que comercializa redes de R$ 20 a R$ 60.

Verão com movimento de inverno

Dono de um restaurante de frente para o mar na praia de Canasvieiras, o comerciante Valdecir Flores Vingla, 49 anos, lamentou o período chuvoso. Ele acredita que esse verão será conhecido como a temporada da pizza, do lanche e do choripan (pão com linguiça). Com o cardápio à “la carte”, ele lamenta a redução de até 50% no movimento em determinados dias. “A temporada começou bem animada, mas a chuva atrapalhou o movimento. Depois foi a balneabilidade, sem falar na redução da faixa de areia em função da ressaca marítima. Parece que tudo atrapalha. Hoje estou no verão com um movimento de inverno”, lamentou.

Quem também reduziu os lucros foi o vendedor de passeios de barco Erick Mendonça, 37, que trabalha com as embarcações Pérola Negra e Velas Negras. Para regularizar a situação de autônomo, ele abriu uma microempresa. “O câmbio não está favorável para os argentinos e ninguém quer gastar muito. Cada 100 pesos argentinos equivalem a apenas R$ 14. Em função disso, estou deixando de ganhar R$ 600 por dia para lucrar R$ 200”, afirmou.

Para quem aluga imóveis na rua, a situação também está difícil. Nos últimos quatro dias, o corretor informal Júlio César Moraes, 29, conseguiu locar apenas um imóvel. Ele alugou um apartamento por oito dias e ganhou R$ 200 de comissão. “Os argentinos só querem saber do preço e se o imóvel tem ar-condicionado, garagem e wi-fi gratuito. Eles não estão preocupados com outras vantagens e benefícios. Tem proprietário reduzindo o valor, porque não consegue alugar. Estou com um imóvel para alugar que o dono reduziu a diária de R$ 250 para R$ 170”, disse.

Para o vendedor de espetinho de camarão e choripan Frederico Nogueira, 33, o problema é o excesso de ambulantes. Ele conta que há quatro anos trabalhava praticamente sozinho vendendo pão com linguiça e, atualmente, são mais de dez pessoas comercializando o mesmo produto. Com isso, deixou de vender 50 peças por dia e passou a comercializar 30.


Fonte: Diário Catarinense

Confiança de serviços sobe 2,4 pontos em janeiro ante dezembro, revela FGV

O Índice de Confiança de Serviços (ICS) avançou 2,4 pontos na passagem de dezembro de 2017 para janeiro de 2018, para 91,8 pontos, na série com ajuste sazonal, informou nesta quarta-feira, 31, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice atinge o maior nível desde julho de 2014, quando estava em 92,4 pontos.

"A alta da confiança de Serviços em janeiro decorre de avaliações mais positivas tanto em relação ao período corrente quanto das perspectivas de curto prazo. A melhora na margem ganha ainda maior relevância por sua reverberação entre os diversos segmentos do setor. Esta maior convergência das avaliações dos empresários reforça o cenário de continuidade da recuperação da economia nos próximos meses", avaliou Itaiguara Bezerra, economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV).

Houve melhora na confiança em nove das 13 principais atividades pesquisadas. O Índice da Situação Atual (ISA-S) subiu 1,1 ponto em janeiro, para 86,2 pontos, mantendo uma sequência de onze meses consecutivos de crescimento. Já o Índice de Expectativas (IE-S) avançou 3,4 pontos, para 97,4 pontos, o maior nível desde março de 2014.

A maior contribuição para a elevação do ISA-S foi do item que mede o grau de satisfação com a situação atual dos negócios, que avançou 2,3 pontos, para 86,7 pontos. No IE-S, os dois quesitos que integram o subíndice avançaram, com destaque para o indicador que mensura o otimismo com a situação dos negócios para os próximos seis meses, que subiu 3,9 pontos, para 99,1 pontos, maior nível desde março de 2014.

No entanto, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) do setor de Serviços recuou 0,6 ponto porcentual em janeiro ante dezembro, para 82,3%.

A FGV ressalta que, apesar do consistente avanço da confiança nos últimos meses, o ICS ainda não atingiu o nível neutro dos 100 pontos, sob influência de questões como a incerteza econômica, que afeta decisões empresariais de realização de investimentos.

"O Setor de Serviços voltou a crescer em 2017, mas as projeções ainda tímidas para a realização de investimentos mostram como esta recuperação ainda continua lenta e sujeita a sobressaltos. O empresário se mostra cauteloso em função das incertezas econômica e política, já que a implementação de reformas estruturantes no país, como, por exemplo, a da Previdência, é ainda incerta no curto prazo", completou Itaiguara Bezerra, na nota.

A coleta de dados para a edição de janeiro da Sondagem de Serviços foi realizada pela FGV entre os dias 2 e 26 deste mês.


Fonte: G1SC

Simples Nacional: termina nesta quarta-feira o prazo para adesão de empresas

O Simples é um regime de tributação que unifica 8 impostos municipais, estaduais e federais em uma guia para o pequeno empresário.

Termina nesta quarta-feira (31) o prazo para as empresas aderirem ao regime tributário Simples Nacional, também conhecido como Supersimples, que unifica 8 impostos municipais, estaduais e federais em uma só guia com vencimento mensal.

A solicitação de adesão é feita somente pela página do Simples Nacional

Em 2018, entram em vigor mudanças no Simples que foram anunciadas em 2016. O limite de faturamento para participar do regime tributário sobe de R$ 3,6 milhões por ano para R$ 4,8 milhões.

Novas categorias poderão aderir ao Simples, como pequenas fabricantes de bebidas alcoólicas e empresas de áreas como veterinária, psicologia e acupuntura. Outras áreas não poderão mais se cadastrar no regime, como empresas de contabilidade ou personal trainer.

Empresas com débitos

Durante o ano de 2017 e início de 2018, segundo a Receita Federal, 468.572 empresas foram excluídas do Simples Nacional por causa de débitos, sendo 380.192 pela Receita, 26.425 pelos estados e 61.955 pelos municípios.

Essas empresas constarão como “Não optante” no portal do Simples Nacional, mas poderão fazer novo pedido de opção pelo Simples Nacional até a quarta-feira (31). Entretanto, terão que regularizar os débitos, por meio de pagamento ou parcelamento, para que o pedido seja deferido.

Até o dia 11 de janeiro, foram realizados 132.317 pedidos de opção pelo Simples Nacional. A Receita alerta que as empresas que foram excluídas e pretendem continuar no Simples Nacional devem regularizar os débitos e fazer novo pedido de opção no Portal do Simples Nacional.

É permitido o cancelamento da solicitação da opção pelo Simples Nacional se o pedido não tiver sido deferido. O cancelamento não é permitido para empresas em início de atividade.

Vantagens

Segundo Heber Dionízio, da Contabilizei Contabilidade, além de vantagens como a redução da carga tributária frente ao lucro presumido, as empresas enquadradas no regime têm sua contabilidade simplificada, como a isenção de algumas declarações e facilidade na regularização de eventuais débitos com a Receita.

Entre as mudanças, está o aumento do teto de faturamento para enquadramento no regime, o que permitirá que um maior número de empresas possa solicitar adesão ao sistema.

De acordo com o Sebrae, atualmente cerca de 12 milhões de empresas aderem ao Simples.

Quem pode aderir ao Simples?

O Simples Nacional somente se aplica às microempresas, empresas de pequeno porte e microempreendedores individuais. Em agosto deste ano, o Comitê Gestor do Simples Nacional regulamentou um aumento do teto anual de faturamento para que as empresas possam se enquadrar nas regras do sistema. Confira os novos valores válidos a partir de 2018:
Microempreendedor Individual: até R$ 81 mil;
Microempresa: até R$ 900 mil;
Empresa de Pequeno Porte: até R$ 4,8 milhões.
Todos os estados e municípios têm participação obrigatória no Simples Nacional, mas o teto de faturamento pode variar de acordo com cada região.
Quem não pode aderir?

Não podem aderir ao Simples a empresa que, entre outros:
tenha outra pessoa jurídica como acionista;
participe do capital de outra pessoa jurídica;
seja filial, sucursal, agência ou representação, no país, de pessoa jurídica com sede no exterior;
tenha um dos acionistas com participação em qualquer outra empresa de fins lucrativos, considerando que a soma da receita bruta dessas empresas ultrapasse R$3,6 milhões;
tenha sócio que more no exterior;
constituída sob a forma de cooperativas, salvo as de consumo;
exerça atividades relacionadas a energia elétrica, importação de combustíveis, automóveis e motocicletas, transporte intermunicipal e interestadual de passageiros, crédito, financiamento, corretagem, câmbio, investimento, cigarros, cigarrilhas, charutos, filtros para cigarros, armas de fogo, munições e pólvoras, explosivos e detonantes, cessão ou locação de mão-de-obra, loteamento e incorporação de imóveis, locação de imóveis próprios;
possua débito, ainda exigido, com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ou com as Fazendas Públicas Federal, Estadual ou Municipal;
esteja sem inscrição ou com irregularidade em cadastro fiscal federal, municipal ou estadual, quando exigível.


Fonte: Folha de S.Paulo

Sem Lula, disputa por vaga no segundo turno se acirra

Em uma possível corrida presidencial sem Luiz Inácio Lula da Silva (PT), quatro candidatos disputariam uma vaga no segundo turno contra Jair Bolsonaro (PSC), de acordo com a primeira pesquisa do Datafolha após a condenação do petista em segunda instância.

Levantamento realizado na segunda (29) e na terça (30) mostra que o ex-presidente manteve vantagem sobre os rivais, com até 37% das intenções de voto. Seu eleitorado, porém, se pulveriza e a briga tende a se tornar acirrada caso ele seja barrado com base na Lei da Ficha Limpa.

Bolsonaro aparece em primeiro lugar no principal cenário sem Lula, com 18%. Ele supera Marina Silva (Rede), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB) e Luciano Huck (sem partido).

Marina lidera o segundo pelotão, com 13%. Ciro (10%), Alckmin (8%) e Huck (8%) estão tecnicamente empatados.

O Datafolha fez 2.826 entrevistas em 174 municípios. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR 05351/2018.

Apesar de liderar a corrida sem Lula, Bolsonaro parou de crescer. Ele oscilou negativamente em todos os quadros apresentados na pesquisa, em comparação com o levantamento de novembro.

No início de janeiro, reportagens da Folha revelaram que o patrimônio de Bolsonaro e de sua família se multiplicou depois que ele entrou na política, e que o deputado recebe auxílio-moradia da Câmara apesar de ser dono de apartamento em Brasília.

As intenções de voto do deputado também ficaram estáveis nas simulações de segundo turno. Ele seria derrotado tanto pelo ex-presidente Lula (49% a 32%) quanto pela ex-senadora Marina Silva (42% a 32%).

A pesquisa indica ainda que o ex-presidente Lula conserva força eleitoral mesmo condenado a 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro pelo TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região).

O petista lidera o primeiro turno em todos os cenários em que seu nome é colocado, com percentuais que variam de 34% a 37%. No segundo turno, venceria Alckmin (49% a 30%) e Marina (47% a 32%), além de Bolsonaro.

A condenação de Lula pode torná-lo inelegível, mas sua participação na campanha depende de uma decisão do TSE que só deve ocorrer em setembro. Até lá, ele pode se apresentar como pré-candidato e recorrer a tribunais superiores para garantir seu nome na disputa.

A saída de Lula impulsionaria principalmente Marina e Ciro Gomes. Na comparação de cenários com e sem a participação do ex-presidente, Marina passa de 8% para 13%, enquanto Ciro cresce de 6% para 10%.

Patinando

Outros candidatos também crescem quando Lula está fora do páreo, mas de forma mais tímida: tanto Geraldo Alckmin quanto Luciano Huck sobem de 6% para 8%.

No cenário sem Lula, um dos possíveis candidatos do PT, o ex-governador baiano Jaques Wagner, aparece com 2%. O percentual de eleitores que diz não saber em quem votar ou que votaria em branco ou nulo sobe de 16% para 28% quando o ex-presidente não é um dos candidatos.

Huck reestreou na pesquisa empatado com Alckmin em todos os cenários.

O apresentador da Rede Globo havia afirmado, em artigo publicado em novembro na Folha, que não vai disputar a eleição, mas apareceu em janeiro no "Domingão do Faustão" com um discurso político e continua sendo cortejado por partidos para concorrer ao Planalto.

Favorito para se candidatar à Presidência pelo PSDB, Alckmin patina em todos os cenários do Datafolha. O tucano tem de 6% a 11% das intenções de voto.

No segundo turno, o tucano seria derrotado por Lula e aparece tecnicamente empatado em uma disputa com Ciro Gomes. Nesta segunda simulação, quase um terço dos eleitores diz que votaria em branco ou nulo.

A dificuldade enfrentada por Alckmin para subir nas pesquisas provocou questionamentos dentro de seu próprio partido sobre a viabilidade de sua candidatura.

Potencial alternativa ao governador no PSDB, o prefeito paulistano João Doria também não decolou: aparece com, no máximo, 5% das intenções de voto.

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