Clipping - 29/01/2018

CDL de Florianópolis

CBN: Notícia na Manhã
Pauta: Taxa de Coleta de Resíduos Sólidos
Clique aqui para ouvir na íntegra.

Fonte: Diário Catarinense - Moacir Pereira

Fonte: Notícias do Dia - Fábio Gadotti


Geral

Fonte: Notícias do Dia

Governador discute obras de prevenção aos desastres naturais realizadas em SC nos EUA

Raimundo Colombo e outras autoridades catarinenses também participaram de compromissos no Banco Mundial e na Organização dos Estados Americanos (OEA) para tratar de parcerias na área da Defesa Civil

O governador Raimundo Colombo e outras autoridades de Santa Catarina participaram de um encontro para discutir as ações e obras de prevenção aos desastres climáticos realizadas pelo governo do Estado na sede do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) em Nova York, nos Estados Unidos, no fim da tarde desta quinta-feira (25). Em viagem oficial desde a última segunda-feira (22), o governador e os demais representantes catarinenses também participaram de compromissos no Banco Mundial e na Organização dos Estados Americanos (OEA) para tratar de parcerias na área da Defesa Civil.

“O nosso objetivo na ONU era aproximar toda a experiência que eles têm de Defesa Civil. A PNUD, que é uma instituição que acompanha o mundo inteiro, vai dar uma atenção especial para Santa Catarina. Isso vai se transformar num selo de qualidade, numa integração maior e num melhor resultado”, explica Raimundo Colombo. O governador acredita também que essa aproximação abre portas para novos financiamentos, que serão necessários para a realização de obras de melhoria nos rios e no deslocamento das águas no Estado.


Fonte: Diário Catarinense - Estela Benetti

Gasto com comissionados cresceu 40% na Capital em quatro anos

Em tempos de aperto, fala-se muito em gasto público. Para Florianópolis, tornou-se pauta central depois de três anos consecutivos de déficits orçamentários. O último divulgado pela Secretaria do Tesouro Nacional, de 2016, foi de R$ 107,5 milhões, o maior da era Real.

A crise econômica, que fez minguar a arrecadação, e a dificuldade em rever o IPTU e a taxa de lixo contribuíram para esse cenário. Mas não foi só isso. Entre 2013 e 2016, durante a administração de Cesar Souza Jr. (PSD), o gasto com comissionados cresceu 40%, passou de R$ 19,1 milhões para R$ 27,8 milhões, conforme dados obtidos com exclusividade pela coluna via Lei de Acesso à Informação junto à prefeitura da Capital

O levantamento levou em conta, além dos salários pagos aos comissionados, as gratificações a servidores que cumprem função comissionada. Se fosse apenas corrigido pela inflação (IPCA), o valor teria alcançado R$ 24 milhões em 2016, quando a gestão contava com 521 postos desse tipo, embora tenha chegado a impressionantes 656 em 2015. Na gestão imediatamente anterior, foi de
R$ 13,5 milhões a R$ 15.9 milhões (2009-2012), encerrando com 520 cargos.

No ano passado, a despesa caiu 30% ao atingir R$ 19,5 milhões para 376 cargos. Vale lembrar que o bom uso do dinheiro público não é mais do que obrigação dos gestores eleitos para a função, mas de tão raro que é no Brasil, pensa-se que merece até alguma comemoração.Procurado para comentar, Cesar Souza Jr. não se pronunciou a respeito.


Fonte: SPC Brasil

45% dos brasileiros não controlam as próprias finanças, mostra pesquisa sobre educação financeira do SPC Brasil e CNDL

31% dos consumidores são inseguros para lidar com dinheiro e 34% deixam de cuidar das finanças por indisciplina. Em vez juntar dinheiro e comprar à vista, 45% optam por parcelar. SPC Brasil lança aplicativo com dicas para melhorar gestão do orçamento

Planejar as despesas da casa, organizar o orçamento de acordo com a receita disponível e não exagerar nas compras impulsivas. O brasileiro até sabe o que precisa ser feito, mas nem sempre coloca a teoria em prática. Um estudo realizado em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que 45% dos brasileiros admitem não fazer um controle efetivo do próprio orçamento, percentual que sobe para 48% entre as pessoas das classes C/D/E e para 51% entre os homens. Entre os que fazem uma administração precária do orçamento, 21% confiam na própria memória para gerir os recursos financeiros.

Os que fazem um controle de fato do orçamento somam 55% dos consumidores, sendo o caderno de anotações (28%), a planilha em Excel (18%) e aplicativos no celular (9%) as práticas mais adotadas. Para a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, a disciplina é parte fundamental para uma vida financeira saudável. “Foco e esforço são essenciais para se alcançar uma vida financeira equilibrada. Não importa a ferramenta utilizada para anotar os gastos, importa que o método seja organizado. Algumas pessoas têm facilidade com planilhas ou aplicativos, outras preferem o velho caderninho de anotações. O importante é anotar e principalmente analisar os registros, de forma que o consumidor identifique onde há sobras e onde o orçamento deve ser ajustado”, aconselha a economista.

O levantamento ainda revela que a maior parte dos consumidores brasileiros garante ser autodidata nos conhecimentos para gerir o próprio dinheiro: entre aqueles que acreditam ter um bom grau de conhecimento para gerenciar suas finanças pessoas, 45% aprenderem sozinhos, enquanto 34% tiveram ensinamentos desde cedo com a própria família. Os que aprenderam a gerenciar as finanças com o marido ou esposa são 14%, enquanto 9% fizeram um curso e 6% recorreram a algum especialista.

De modo geral, 51% dos consumidores avaliam ter um grau ótimo ou bom para gerenciar seu dinheiro e 48% consideram esse conhecimento ruim ou regular. Além disso, três em cada dez (31%) brasileiros admitem insegurança para gerenciar o próprio dinheiro, contra 46% que se consideram seguros. Outros 23% mostram-se indiferentes.

Mesmo entre os que controlam orçamento, 59% sentem dificuldades na tarefa; falta de disciplina é o maior vilão dos que não têm educação financeira

De acordo com a pesquisa, em cada dez consumidores que controlam seu orçamento, seis (59%) sentem alguma dificuldade ao executar essa tarefa, sendo as principais queixas a falta de disciplina em anotar os gastos e rendimentos com regularidade (26%), a falta de tempo (12%), a dificuldade em encontrar um mecanismo simples de controle (11%) e a dificuldade em fazer cálculos (5%). Os que não sentem dificuldades somam 41% da amostra.

A falta de disciplina também é a principal justificativa para aqueles que não controlam o próprio orçamento, com 34% de menções. Outros 15% não veem necessidade em registrar gastos, fazendo as contas apenas de cabeça, enquanto 11% justificam o fato de terem uma renda que varia de um mês para o outro. Há ainda 10% que admitem preguiça e 10% que não sabem como fazer.

Consumidor anota despesas básicas da casa, mas se descuida das pequenas compras; 57% não planejam o mês com antecedência

Entre aqueles consumidores que fazem um controle adequado do seu orçamento, os gastos de primeira necessidade e de valores mais elevados são os que recebem um tratamento mais cuidadoso. A pesquisa aponta que 92% anotam despesas básicas, como mantimentos, produtos de higiene, mensalidades escolares e contas da casa como água, luz, condomínio e aluguel. O mesmo percentual de 92% também anota as prestações contraídas no carnê, crediário e cartão de crédito que vencem nos meses seguintes. Outros 85% sempre anotam os rendimentos, como salários, pensões e aposentadorias.

Entretanto, o controle dos pequenos gastos cotidianos e compras não planejadas ainda são deixadas de lado por parte expressiva dos entrevistados. O dinheiro que poupam dos salários ou investem (24% que não controlam), gastos esporádicos com lazer e beleza (30% que não controlam) e pequenos gastos do dia a dia, como estacionamento, despesas com taxi e com idas para bares e restaurantes, por exemplo (36% que não controlam), ficaram nos últimos lugares do ranking das principais anotações.

No momento de lidar com o controle dos gastos mensais, os perfis dos brasileiros que controlam seu orçamento se dividem: enquanto 43% planejam o mês com antecedência, anotando os rendimentos e o que esperam gastar, outros 35% preferem anotar os gastos no decorrer do mês, verificando posteriormente como ficou o orçamento. Os que só anotam os gastos depois que o mês termina somam 21% da amostra, percentual que sobe para 25% entre os consumidores da classe C.

“Anotar as despesas no fim do mês é um grande risco, pois não há um controle real do quanto se gasta. Quando chega a hora de fazer as contas, pode ser que o consumidor tenha ultrapassado o limite do orçamento, ficando no vermelho. Uma boa estratégia para evitar que isso aconteça é reservar uma quantia fixa todo mês para as compras menores e respeitar esse limite. Mas, para isso, o planejamento das contas deve ser feito no início do mês”, diz o educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli.

69% pechincham na hora das compras, mas 45% costumam parcelar em vez de juntar dinheiro para comprar à vista

De acordo com a pesquisa, 84% dos consumidores têm o hábito de fazer pesquisa de preço e 69% costumam pechinchar em busca de valores mais em conta. Mas uma das principais dificuldades do brasileiro é se esforçar para adquirir algum bem a vista: 45% admitem não ter o hábito de juntar dinheiro para realizar uma compra de valor mais elevado à vista, optando na maior parte das vezes pelo parcelamento. A falta de paciência para esperar a quantia ser alcançada com o tempo (51%) é o principal motivo para quem nunca faz esse esforço.

77% passaram situação de aperto financeiro em 2017; corte em supermercados, lazer, beleza e pacotes de TV e internet foram alguns dos ajustes

A pesquisa ainda revela que em cada dez brasileiros, oito (77%) passaram por alguma situação ao longo de 2017 em que o orçamento não foi o suficiente para fechar as contas do mês. O percentual cresce para 87% entre os consumidores que têm entre 35 e 49 anos.

Para quem vivenciou a situação de aperto, 40% mudaram hábitos de consumo, passando a comprar coisas mais baratas e fazer pesquisa de preço. Três em cada dez (29%) entrevistados fizeram cortes no orçamento, principalmente nos itens de supermercado, salões de beleza e saídas para bares e restaurantes. Outras adequações que o momento de dificuldade impôs ao brasileiro foi parar de comprar roupas e sapatos (20%), sacar dinheiro de uma reserva que possuíam (16%) e reduzir pacotes de TV por assinatura, internet e celular (15%). Assumindo uma postura mais arriscada, 14% passaram a usar mais o cartão de crédito para cobrir despesas, outros 14% pediram dinheiro emprestado a amigos e familiares e 12% recorreram a empréstimos em bancos e financeiras.

SPC Brasil lança aplicativo que dá dicas de finanças pessoais

Com o propósito de orientar o brasileiro a melhorar a gestão do seu orçamento, o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com a CVM (Comissão de Valores Mobiliários), lançou um aplicativo para celulares e tablets: É o “SPC Consumidor”. O aplicativo ajuda o internauta a fazer um diagnóstico sobre o seu bem-estar financeiro. Após o resultado, o consumidor passa a receber, periodicamente, dicas personalizadas para melhorar o seu desempenho com as finanças. O app está disponível gratuitamente para celulares Android e iOs.

Metodologia

Foram entrevistados 805 consumidores acima de 18 anos, de ambos os gêneros e de todas as classes sociais nas 27 capitais. A margem de erro é de no máximo 3,5 pontos percentuais para um intervalo de confiança a 95%.


Fonte: CNC

Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) - janeiro de 2018

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é indicador mensal antecedente, apurado entre os tomadores de decisão das empresas do varejo para detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente 6 mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os índices apresentam dispersões que variam de zero a duzentos pontos.


Fonte: Exame

Arrecadação federal fecha 2017 com o melhor desempenho em 2 anos

Segundo a Receita Federal, a arrecadação cresceu 0,59 por cento no ano, a 1,342 trilhão de reais

Brasília – A arrecadação de impostos e contribuições federais somou R$ 1,342 trilhão em 2017, um aumento real (já descontada a inflação) de 0,59% na comparação com o arrecadado em 2016. O valor foi o maior em um ano desde 2015. Além disso, essa é a primeira alta real registrada desde 2013, quando a arrecadação cresceu 4,08%.

De acordo com dados divulgados nesta sexta-feira, 26, pela Receita Federal, a arrecadação somou R$ 137,842 bilhões em dezembro, alta real de 4,93% em relação ao mesmo mês de 2016. Na comparação com novembro, houve aumento de 19,25%. O montante arrecadado foi o melhor para meses de dezembro desde 2014.

O resultado da arrecadação em 2017 veio dentro do intervalo previsto na pesquisa do >Projeções Broadcast, que recolheu estimativas de R$ 1,337 trilhão a R$ 1,373 trilhão. Com base no intervalo de 19 expectativas, a mediana ficou em R$ 1,343 trilhão.

Também o valor arrecadado em dezembro veio dentro do levantamento, que colheu 23 projeções entre R$ 132,400 bilhões a R$ 145,000 bilhões, o que gerou mediana de R$ 138,000 bilhões.

Desonerações

As desonerações concedidas pelo governo resultaram em uma renúncia fiscal de R$ 84,424 bilhões em 2017, valor menor do que em 2016, quando somaram R$ 91,121 bilhões. Apenas no mês de dezembro, as desonerações totalizaram R$ 7,035 bilhões, também abaixo do que em dezembro de 2016 (R$ 7,604 bilhões).

Só a desoneração da folha de pagamentos custou aos cofres federais R$ 14,485 bilhões em 2017, ante R$ 14,530 bilhões no ano anterior. Esse valor chegou a R$ 1,207 bilhão em dezembro. O governo não conseguiu reverter essa medida no ano passado, pois não teve o apoio do Congresso para votar nem a medida provisória nem o projeto de lei que reoneravam a folha de salários.


Fonte: Exame

Correios lançam rastreamento de encomendas por CPF

São Paulo – Os Correios anunciaram nesta semana o rastreamento de encomendas usando apenas o número do CPF. Antes, era preciso ter o número de protocolo do envio.

Os Correios afirmam que essa era uma demanda. “Atendendo a uma demanda antiga dos nossos clientes, criamos uma ferramenta que irá melhorar a experiência de quem usa os serviços dos Correios. Agora, basta informar o número do CPF para saber o andamento de uma encomenda”, diz o presidente dos Correios, Guilherme Campos, em comunicado.

Ao fazer a consulta, o cidadão terá de colocar o número de seu CPF. Ele poderá ver a situação de transporte de qualquer encomenda na qual ele seja destinatário ou remetente.

Para a consulta, basta ir até o portal de rastreamento dos Correios (o mesmo que era usado para busca pelo código de rastreamento). Será preciso efetuar login usando o CPF e senha cadastrados. Caso seja o primeiro acesso, será preciso criar uma conta.

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