Clipping - 21/12/2017

CDL de Florianópolis · 

Clipping Diário

Florianópolis, 21 de dezembro de 2017

Bom dia, Prezados,
segue o Clipping desta quinta-feira. Desejo a todos uma excelente leitura.


CDL de Florianópolis

NSC: Jornal do Almoço
Pauta: Comércio fechado durante o horário especial
Clique aqui para assistir na íntegra.

Ric Record: Balanço Geral
Pauta: Comércio fechado durante o horário especial
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Fonte: Notícias do Dia - Paulo Alceu


Fonte: Notícias do Dia - Fabio Gadotti


Geral

Fonte: Notícias do Dia

Demolição dos beach clubs de Jurerê, em Florianópolis, é alvo de decisões distintas no STJ

Ministra Laurita Vaz nega pedido da Prefeitura de Florianópolis, mas Sérgio Kukina concede liminar para Café de La Musique que poderá ser estendida aos cinco postos de praia

Às vésperas do recesso forense do Judiciário e das festas de fim de ano, os beach clubs de Jurerê Internacional, em Florianópolis, voltaram a ser objeto de decisões, desta vez no STJ (Superior Tribunal de Justiça), que analisou pedidos da Prefeitura de Florianópolis e do Café de La Musique. Os dois pedidos tinham como objeto a anulação da decisão do TRF4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região). Em outubro, o tribunal determinou que os postos de praia deveriam demolir todas as estruturas construídas após 2005. As decisões, no entanto, têm entendimentos diferentes sobre o objeto dos pedidos e levantam ainda dúvidas sobre qual seu alcance.

No primeiro caso, julgado em 14 de dezembro, no qual a prefeitura pede a suspensão da decisão do TRF4 sob alegação de que a decisão "coloca em risco a ordem e a economia pública do município de Florianópolis, pois enfraquece a principal referência turística de verão às portas da chegada de mais uma temporada”, além de representar redução de impostos, acabou sendo negada pela ministra Laurita Vaz.

No entanto, uma segunda decisão, também em caráter monocrático, do dia 19 de dezembro, que ainda não foi publicada, reconhece pedido do Café de La Musique suspendendo os efeitos da decisão do TRF4, garantindo assim que o local não sofra a redução da estrutura construída após 2005 conforme o julgado, pelo menos até o julgamento do mérito. Esta decisão é do ministro Sérgio Kukina, o mesmo que anulou a decisão do TRF4 sobre o Plano Diretor de Florianópolis às vésperas das últimas audiências.

Apesar de antagônicos — do ponto de vista sobre se mantém ou não a decisão do TRF4 — os pedidos tinham caráter distintos. Enquanto o município alegou prejuízo público com a possível demolição de parte das estruturas, o Café de La Musique sustentou que a decisão para demolição parcial poderia ser revertida trazendo prejuízos futuros.

Segundo o advogado Lucas Dantas, que representa o Café de La Musique, o entendimento é de que, apesar de a ação ser individual do estabelecimento, o efeito da decisão do TRF4 deve valer para todos os cinco beach clubs. “Nosso entendimento é de que vale para todos”, afirmou.

O advogado Douglas Dal Monte, representante da Habitasul, diz que buscará durante o plantão judiciário alguma confirmação para certificar se a decisão pode ser estendida a todos os beach clubs. “Esse é um entendimento que vamos buscar junto aos tribunais. De qualquer forma a Habitasul continuará adotando todas as medidas legais para proteger os seus direitos de manter o desenvolvimento sustentável do empreendimento. Buscando, inclusive, o direito de reformar a decisão do TRF4”, explicou.


Fonte: Notícias do Dia

Chuva alaga saguão e lojas no aeroporto de Florianópolis

Goteiras e alagamento foram registrados por passageiros na noite desta quarta-feira (20)

A forte chuva que atingiu Florianópolis na noite desta quarta-feira (20) alagou o saguão e a sala de embarque do Aeroporto Hercílio Luz. Por conta da temporada, o caso gerou tumulto e reclamações entre os passageiros, que ficaram concentrados nos espaços sem alagamentos.

Problemas no teto do saguão do segundo andar do aeroporto fez com que o escoamento da água viesse para as placas do forro e também pelas instalações elétricas. Funcionários do aeroporto chegaram a isolar parte da área. A água também invadiu as lojas do mesmo piso.

Segundo a Infraero, não foram registrados cancelamentos de voos, apenas atrasos por causa do mau tempo. No entanto, pelas redes sociais, passageiros reclamaram da situação e criticaram a situação do terminal.

A reportagem procurou a assessoria responsável pelo aeroporto, mas até a publicação ninguém foi encontrado para comentar sobre a situação. Já a Floripa Airport informa que está acompanhando o fato, mas como ainda não assumiu a operação do aeroporto não poderá responder. A Infraero está em operação até o dia 2 de janeiro.


Fonte: Notícias do Dia

Orçamento do Estado para 2018 é aprovado com previsão de gastos de R$ 26,4 bilhões

Foram aprovadas dentro da Lei Orçamentária 1433 emendas, incluindo as impositivas, do orçamento regionalizado e do Governo

Após mais de sete horas, a última sessão do ano da Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina) terminou ontem com a aprovação da LOA (Lei Orçamentária Anual) do Estado para 2018. Com orçamento previsto de R$ 26,4 bilhões, um crescimento de 2,5% em relação a 2017, o projeto incluiu também, pela primeira vez, as chamadas emendas parlamentares impositivas, dispositivos em que cada deputado pode indicar como o Governo do Estado irá investir R$ 220 milhões para 2018. O projeto foi aprovado com um voto contrário, do deputado Altair Silva (PP).

Das 1409 emendas apresentadas à Comissão de Finanças e Tributação, 1337 emendas individuais de deputados foram aprovadas, além de 93 emendas do Orçamento Regionalizado e duas emendas do Governo do Estado, totalizando 1432 emendas aprovadas na comissão e no plenário. Uma emenda ao projeto foi apresentada e aprovada em plenário pelo deputado Milton Hobus (PSD), que destina verba para o hospital do Alto Vale, em Rio do Sul, totalizando 1433 emendas ao Projeto de Lei 377/2017.

Cada um dos 40 deputados podia indicar 35 emendas para serem votadas dentro da LOA. Cada um definiu o destino de R$ 5,7 milhões para o próximo ano. Como em 2017 não houve as reuniões do Orçamento Regionalizado, 93 emendas que ainda não foram cumpridas pelo Governo foram incluídas no projeto da LOA para que possam ser executadas em 2018. As emendas que não foram incluídas foram rejeitadas por diversos motivos, como emendas enviadas por bancadas, por extrapolar o valor por deputado, documentação irregular ou até emendas repetidas entre deputados.

Dentro das regras para as emendas, que devem destinar 50% dos recursos para saúde e 25% para educação, os deputados, em geral, priorizaram projetos que atendem suas bases eleitorais. Sete deputados que estavam atuando como secretários no Governo, retornaram nos últimos dias à Alesc para apresentar suas emendas, em acordo com o Governo. Todos já retornaram às secretarias. Com a aprovação do projeto, o próximo passo do deputado Marcos Vieira (PSDB), presidente da Comissão de Finanças, é finalizar com sua equipe a inclusão de todas as emendas no sistema para repassar à Secretaria da Fazenda.

Cervejas liberadas nos estádios

Depois de dois anos de polêmicas e tramitação na Alesc, o projeto de lei 476/2015, que permite a comercialização e consumo de bebidas alcoolicas nos estádios de futebol catarinenses foi aprovada na sessão de ontem. Com presença dos dirigentes dos times da Capital e da Federação Catarinense de Futebol, o projeto foi aprovado por 20 votos a 13. Uma emenda, que obriga os estádios a venderem 20% de cervejas artesanais, também foi aprovada.

Desde 2008 o consumo e comercialização de bebidas alcoolicas estava proibido nos estádios catarinenses. Com a aprovação do projeto, somente as cervejas foram liberadas. O projeto depende ainda de sanção do governador Raimundo Colombo.

Subiram ao plenário para se manifestar sobre o PL principalmente os deputados que rejeitavam a matéria. O deputado Antônio Aguiar (PMDB) defendeu a rejeição do projeto. Como médico, ele defendeu que o consumo de bebidas nos estádios aumentará as brigas, os acidentes nos estádios e o número de mortes. Um dos autores da matéria, Manoel Motta (PMDB), defendeu o projeto para que os times possam ter outra fonte de renda e a liberdade dos torcedores tomarem cerveja dentro dos estádios.

Sessenta projetos aprovados e polêmica

Em meio aos 60 projetos aprovados na sessão de ontem, um deles gerou polêmica durante a tarde. Cerca de 50 manifestantes, ligados ao Sinte-SC (Sindicato dos Trabalhadores em Educação na Rede Pública de Ensino do Estado de SC), pressionaram os deputados durante todo o dia pela aprovação do Projeto de Lei Complementar 024/2017 com emendas. O projeto trata de uma alteração à lei de 2015, que define o quadro de pessoal do magistério público estadual. Após acordo entre os deputados, o projeto foi aprovado com duas emendas de Luciane Carminatti (PT), que abonam duas faltas em 2012 e 2017 durante paralisações feitas pelos trabalhadores, e outra de Darci de Matos (PSD).

Mas antes do acordo ser feito em plenário, a tarde foi de pressão e reunião a portas fechadas da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça). Às 17h30, a sessão plenária foi interrompida por uma hora para que a CCJ se reunisse e votasse os projetos que deveriam ser levados em pauta ainda ontem. Enquanto os manifestantes e o deputado Dirceu Dresch (PT) se dirigiram ao Plenarinho, local em que as reuniões da CCJ são sempre realizadas, o restante da comissão se reuniu a portas fechadas no gabinete da presidência. Na reunião, o deputado Fernando Coruja (PMDB) pediu para que a discussão fosse feita no Plenarinho, com participação dos manifestantes e filmada pela TV Alesc. Como o pedido foi rejeitado, ele se retirou da sessão. No plenário, o deputado Jean Kuhlmann (PSD), presidente da CCJ, afirmou que a reunião foi realizada no gabinete para dar celeridade à votação das matérias.


Fonte: Diário Catarinense

Negociação de portuguesa para compra de ações da Celesc começou há dois anos

A EDP Energias do Brasil, multinacional de Portugal que atua no país nas áreas de distribuição, comercialização, geração e transmissão, anunciou a compra da participação de 14,5% da Previ na Celesc pelo valor de R$ 230 milhões. Também informou que fará uma OPA (Oferta Pública de Ações) voluntária para comprar ações de outros sócios da companhia catarinense e, assim, chegar a uma participação de 32,5% do capital da Celesc. Na manhã desta quarta-feira, a EDP faz uma teleconferência para explicar a decisão para investidores. O presidente da companhia, Miguel Setas, comunicou a decisão em fato relevante.

Segundo o presidente da Celesc, Cleverson Siewert, essa negociação da EDP para a compra da participação da Previ vem acontecendo há cerca de dois anos. Isso aproximou as duas empresas e levou a EDP a se tornar sócia da Celesc na construção de uma linha de transmissão de R$ 1,2 bilhão em SC.

A EDP decidiu investir na Celesc em função do bom desempenho da companhia e potencial de crescimento. As ações da Celesc têm crescido acima da média do mercado de energia e acima do índice Ibovespa deste ano, informou o presidente.

O governo catarinense continua com o controle acionário da companhia, com 50,2% das ações ordinárias (com direito a voto) e 20% do capital total da empresa. Conforme Siewert, tanto o governador Raimundo Colombo, quanto o vice-governador Eduardo Pinho Moreira são contrários à privatização da companhia enquanto ela gerar resultados positivos para os acionistas e a comunidade, o que vem ocorrendo.

A Previ era a acionista mais crítica da gestão da Celesc, o que motivou a empresa a melhorar a governança a partir de 2011. Desde 2015, a participação do fundo de pensão era gerida na Celesc pelo fundo Angra Partners.


Fonte: Diário Catarinense

Na melhor das hipóteses, Contorno Viário ficará pronto em 2021, diz Fiesc

Mais um atraso à vista. Um levantamento da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) aponta que a conclusão das obras do Contorno Viário da Grande Florianópolis não acontecerá antes de 2021. O atual prazo a entrega da alça é dezembro de 2020 e foi estabelecido em outubro, após reunião em Brasília entre representantes da ANTT, da Autopista Litoral Sul e o Fórum Parlamentar Catarinense. A construção é feita pela Autopista, atual concessionária do trecho norte da BR-101. O principal objetivo do novo trecho é retirar o trânsito pesado da rodovia e diminuir o tráfego e os riscos no ponto entre Biguaçu e Palhoça.

Desde o começo da concessão, diversos prazos já foram dados e nenhum deles conseguiu ser cumprido: o primeiro deles era 2012, passou para 2015, depois 2017 e 2019. Pelo levantamento da Fiesc, os investimentos feitos até o momento correspondem a 25% do montante global necessário, embora 70% do trecho esteja em obras. Ainda não foram iniciados 11,3 quilômetros de obras de artes especiais, entre elas, cinco pontes duplas, doze viadutos e quatro túneis duplos. Também não começaram ainda a implantação de 20,7 quilômetros de rodovia, a pavimentação de outros 32,9 quilômetros e a construção de quatro grandes interseções.

O estudo é assinado pelo engenheiro Ricardo Saporiti, que percorreu o trecho inteiro nos meses de outubro e novembro com o apoio de um drone. Segundo ele, o grande entrave no momento são as grandes obras de arte do contorno, que ainda não foram iniciadas e exigem um tempo considerável de execução. Por isso, ele considera que, na melhor das hipóteses, a obra poderá ser entregue em 2021.

— Os túneis, por exemplo, necessitam de pelo menos dois anos e meio para execução. Se essas obras não iniciarem rapidamente, compromete o prazo. As rochas extraídas também serão usadas nas cabeceiras dos túneis. Uma coisa depende da outra — diz Saporiti.

Para o coordenador da unidade de competitividade industrial da Fiesc, Egídio Martorano, a intenção é mostrar a necessidade de maior rapidez na concessão de licenças para o projeto executivo das grandes obras do contorno.

— Hoje as obras de arte especiais são o grande entrave, mais do que as desapropriações. Queremos que haja uma maior celeridade nesses trâmites por parte da ANTT — diz.

Martorano conta ainda que a direção da Autopista garantiu à Fiesc que não há falta de recursos para tocar a obra. Veja as imagens dos trechos em construção abaixo.

O estudo da Fiesc lembra que o contrato de concessão com a Autopista foi firmado em 14 de fevereiro de 2008, mas a construção só começou em maio de 2014. Com isso, o prazo contratual final, que inicialmente era para fevereiro de 2012, quinto ano de concessão, foi sendo prorrogado sucessivamente para fevereiro de 2015, fevereiro de 2017, dezembro de 2019 e, agora, para dezembro de 2020. Portanto, afirma a federação, a conclusão só ocorrerá no início do 13º ano da concessão.

A ANTT disse que "independentemente de prazo de entrega de obras, fiscaliza cotidianamente todas as concessões de rodovias federais e realiza autuações quando detecta descumprimentos contratuais".

A Autopista Litoral Sul disse, em nota, que não mede esforços para dar agilidade à obra. Veja abaixo o posicionamento completo da empresa:

"A Arteris Litoral Sul não mede esforços para dar agilidade à implantação do Contorno Viário de Florianópolis. O cronograma de obras está sendo executado conforme acordado com a ANTT, cuja previsão é de finalização em dezembro de 2020. Ressaltamos que, hoje, 36 dos 50 quilômetros de extensão do Contorno já estão em obras avançadas, o que corresponde a 70% da nova rodovia. Estamos trabalhando, junto à ANTT, para obter as liberações para o início dos trabalhos nos 14km restantes"


Fonte: G1SC

Réveillon de Florianópolis terá queima de fogos na Avenida Beira-Mar e em outros 12 bairros

Programação do evento inclui ainda apresentações musicais locais.

O show de fogos do Réveillon de Florianópolis terá duração de 15 minutos, informou a prefeitura nesta quarta-feira (20). O espetáculo ocorrerá no trapiche da Avenida Beira-mar Norte. Haverá também shows menores de pirotecnia em 12 bairros.

De acordo com a prefeitura, os fogos da Av. Beira-Mar sairão de três balsas. A empresa responsável pelo show é contratada de Porto Alegre. O prefeito da capital, Gean Loureiro (PMDB), disse que o espetáculo será maior do que o do ano anterior e com mais qualidade.

Também haverá apresentações musicais locais. O show de encerramento será com a banda Dazaranha, que é de Florianópolis.

A Secretaria de Turismo, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico afirmou que os 12 bairros onde haverá os shows menores de fogos ainda estão sendo decididos e devem ser divulgados nesta quinta (21).


Fonte: G1SC

IPVA 2018 deve ficar em média 2,47% mais barato em SC
Tabela com valores venais foi divulgada nesta quinta-feira. Redução se deve à desvalorização dos veículos, já que alíquota permanece a mesma.
Por G1 SC

Em 2018, o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) deve ficar em média 2,47% mais barato em Santa Catarina, exceto para caminhões, que os proprietários deverão pagar também pela carroceria. A cobrança começa em 10 de janeiro e o imposto pode ser pago em cota única ou parcelado em três vezes.

Os valores foram divulgados pela Secretaria de Estado da Fazenda nesta quarta-feira (20). A alíquota deve continuar a mesma, mas os donos de veículos emplacados em Santa Catarina devem pagar menos pelo imposto por causa da desvalorização dos veículos em 2017. Este ano, o IPVA também foi mais barato do que em 2016.

“Em Santa Catarina, o IPVA varia entre 1% e 2% do valor venal do veículo. É a menor alíquota entre os estados do Sul e Sudeste”, disse Ari Pritsch, diretor de administração tributária. O IPVA mais caro deve ser de uma Lamborghini 2016. O valor é R$ 72.328,52. Motos de até 200CC são isentas, desde nenhuma multa tenha sido registrada para o veículo em 2017.

Como calcular

Primeiro, você deve localizar o modelo e ano do seu veículo na tabela para saber o valor venal. Então, para calcular o valor do imposto é preciso aplicar a alíquota sobre o valor venal, como no exemplo abaixo:

Valor venal do veículo: (exemplo: R$ 20.050)

Alíquota: 2%

Cálculo: 20.050 x 0,02 (R$ 401 é o valor que será cobrado no IPVA)

O IPVA pode ser pago no Banco do Brasil, Bradesco, Itaú, Santander, Caixa Econômica Federal, Sistema Bancoob/Sicob, HSBC, Cecred, Sicredi e Sicob/Creditran. O pagamento é um dos requisitos para licenciar o veículo. Quem não fizer a quitação receberá notificação fiscal e multa de 50% do valor devido, além de juros ao mês.

Alíquotas vigentes
2% para veículos de passeio, utilitários e motor-casa, nacionais ou estrangeiros;
1% para veículos de duas ou três rodas e os de transporte de carga ou passageiros (coletivos), nacionais ou estrangeiros;
1% para veículos destinados à locação, de propriedade de locadoras de veículos ou por elas arrendados mediante contrato de arrendamento mercantil.

Arrecadação
Santa Catarina tem 3,3 milhões de veículos tributados de uma frota total de 4,8 milhões. Os demais têm isenção ou imunidade, como veículo antigos, táxis e portadores de deficiência. A secretaria espera arrecadar R$ 1,6 bilhão com o IPVA em 2018.


Fonte: G1SC

Nova empresa começa a administrar o Samu em SC

Funcionários continuam trabalhando, mas pagamento da rescisão ainda é incerto.

A OZZ Saúde, empresa contratada pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina em regime de urgência, começou a administrar o Serviço Móvel de Urgência e Emergência (Samu) nesta quarta-feira (20). A nova empresa se comprometeu a manter os socorristas, mantendo os mesmos salários e escalas, mas eles só poderão ser contratados depois que a SPDM assinar a rescisão, como mostrou o Jornal do Almoço.

Uma audiência foi realizada nesta quarta no Ministério Público do Trabalho (MPT) em Florianópolis entre trabalhadores, Secretaria de Estado da Saúde e SPDM para saber como fica o contrato dos trabalhadores, que terminou na terça (19). Os funcionários, porém, continuam trabalhando normalmente.

A expectativa é que no fim desta quarta (20) os trabalhadores recebam a segunda parcela do 13º, segundo o SindSaúde-SC (Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Saúde Pública Estadual e Privado).

"O juiz estabeleceu que esses valores devem ser repassados pela SES à SPDM e da empresa para os trabalhadores, sob pena de multa diária de R$30 mil em caso de descumprimento da decisão", informou o sindicato.

Impasse com rescisões
As rescisões devem ser decididas em juízo porque a SPDM e a Secretaria Estadual de Saúde não entraram em acordo em relação ao dinheiro que o Governo tem que repassar à organização.

“O contrato de gestão prevê isso, que em caso de rescisão por parte do Estado, ele se responsabiliza pelas verbas rescisórias dos funcionários, além dos atrasos dos repasses existentes que foi reconhecido pelo próprio Estado a importância de praticamente três repasses”, diz o advogado da SPDM, Gabriel Lucas.

O representante do estado na reunião contrapõe. “Nós repassamos para a SPDM um valor de aproximadamente R$ 11 milhões que deveria provisionado nas contas pra fazer junto com o valor que falta, que é de R$ 24 milhões, o encerramento do contrato sem problema algum. Não há nenhum montante a mais a ser pago”, afirma coronel João Batista Cordeiro Júnior, gerente geral do Samu.

De acordo com o SindiSaúde, foi estabelecido que a SPDM apresente em 48 horas documentos que comprovem os atrasos por parte da Secretaria da Saúde e depois a pasta deverá ter 72 horas para se manifestar. Após isso, deve ser definido quem deve pagar a rescisão.

Trabalhadores preocupados
O clima é de incerteza para os trabalhadores, porque eles não sabem quando de fato vão receber o dinheiro da rescisão. “É preocupante porque a conta não fechou: a empresa apresenta uma fatura de R$ 36 milhões e o Estado diz que deve só R$ 24 milhões. Provavelmente há um embate jurídico que vai ser aplicado.

O erário público é que está pagando essa conta para pagar por uma decisão política tomada, que é pela rescisão e contratação de uma empresa nova”, afirma Wallace Cordeiro, um dos diretores do SindSaúde-SC.


Fonte: SPC Brasil

Demanda da micro e pequena empresa por crédito marca apenas 12,9 pontos em novembro, mostra indicador do SPC Brasil e

No total, 85% das empresas de menor porte não planejam tomar crédito nos próximos 90 dias. Dentre os 28% que planejam fazer investimentos, ampliação de estoques e reforma da empresa são principais medidas

Mesmo com a retomada gradual da confiança e a pequena melhora no consumo das famílias, os micro e pequenos empresários (MPEs) seguem reticentes para contratar crédito e, consequentemente, investir em seus negócios. Dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) mostram que apenas 7% desses empresários têm a intenção de contratar crédito pelos próximos três meses. Os que não pretendem tomar recursos emprestados somam 85% da amostra, ao passo que 5% estão indecisos. No último mês de novembro, o Indicador de Demanda por Crédito registrou apenas 12,9 pontos e ficou praticamente estável na comparação com outubro, quando registrara 13,0 pontos. Na comparação anual houve uma ligeira queda, uma vez que o índice se encontrava em 13,5 pontos em novembro de 2015 e em 13,6 pontos em novembro de 2016.

O resultado alcançado em novembro deste ano é considerado baixo, visto que a escala do indicador varia de zero a 100. Quanto mais próximo de 100, maior é a probabilidade de os empresários procurarem crédito e, quanto mais próximo de zero, menos propensos eles estão para tomar recursos emprestados para os seus negócios.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti o baixo apetite ao crédito é justificado pela conjuntura econômica e pela falta de conhecimento das possibilidades que o crédito oferece. “Mesmo com a queda da taxa Selic, os juros para as empresas e consumidores ainda se mantêm elevados. Além disso, com a falta de conhecimento das modalidades disponíveis e com um cenário econômico que ainda não inspira muito otimismo, os pequenos e micro empresários acabam limitando-se a utilizar os próprios recursos em vez de buscar financiamentos em instituições bancárias. Conforme a economia apresente mais sinais de melhora, como mais geração de empregos e reaquecimento das vendas, a procura por crédito deve aumentar acompanhando a evolução das perspectivas do empresariado”, analisa a economista.

41% dos MPEs que descartam contratar crédito dizem não ver necessidade da contratação; Entre quem vai contratar, 39% buscam capital de giro

Questionados sobre o porquê do desinteresse por buscar novos recursos para suas empresas, 41% desses empresários alegam não ver necessidade, pois conseguem manter a empresa com recursos próprios. Dois em cada dez (23%) consideram os juros elevados e 19% se dizem inseguros tendo em vista o quadro econômico atual do país. Sobre o grau de dificuldade para contratar crédito, 32% dos micro e pequenos empresários reconhecem que atualmente está difícil conseguir crédito no mercado. Há, porém, uma parcela considerável, de 21% de entrevistados, que consideram a contratação fácil. O excesso de burocracia (43%) e juros altos (42%) são as principais razões para quem vê entraves na contratação de crédito.

Considerando a minoria dos que vão tomar recursos emprestados de terceiros, 39% manifestaram a intenção de usar esse dinheiro extra para formar capital de giro. A aquisição de equipamentos e maquinário é escolha de 22% dos empresários consultados, ao passo que 17% pretendem reformar a empresa com recursos emprestados. Há ainda 17% que vão pagar dívida com esse dinheiro.

“Mesmo entre os que estão dispostos a tomar recursos emprestados, poucos se propõem a expandir a empresa. A prioridade é tocar o dia a dia e manter o negócio. Seja por causa do momento econômico ou por não conhecer as possibilidades do crédito, o fato é que poucos o enxergam como uma forma de ampliar o negócio”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Demanda por investimentos marca 31 pontos. Metade ainda vai investir com capital próprio

Outro dado que demonstra o comportamento cauteloso do pequeno empresário em meio a retomada da economia é que somente 28% dos micro e pequenos negócios do país pretendem realizar investimentos no horizonte de três meses. Expressivos 64% não têm intenção de realizar algum tipo de investimento em seus negócios. Os indecisos somam 6% da amostra. Os dados são do Indicador mensal de Propensão ao Investimento também calculado pelo SPC Brasil e pela CNDL.

Na escala do indicador, que varia de zero a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, maiores são as chances de o empresário investir, o índice ficou em 31,0 pontos no último mês de novembro. Na comparação com outubro, houve uma ligeira queda, uma vez que o índice estava em 33,2 pontos. Já na comparação anual, o cenário é um pouco melhor e aponta um leve crescimento. Em novembro de 2015 o índice estava em 27,2 pontos e em novembro do ano passado, se encontrava em 27,0 pontos.

Para a parcela minoritária que vai investir, o principal objetivo da medida é aumentar as vendas, razão mencionada por metade (50%) desses empresários – o período coincide com as festas de fim de ano, que tradicionalmente aquece o varejo. Em seguida, aparecem a necessidade de atender a demanda crescente (18%) e adaptar a empresa a uma nova tecnologia (12%).

Entre os que planejam investir, a medida mais comum será ampliação de estoque, com 34% de citações. A reforma da empresa ficou em segundo lugar, mencionada por 20%, mesmo percentual dos que pretendem comprar equipamentos e maquinários. Outros 18% vão direcionar recursos em campanhas de divulgação e marketing. Entre aqueles que descartam a possibilidade de fazer investimentos, 45% diz não ver necessidade, 29% mencionam o fato de o país ainda estar em crise e 14% dizem ter investido recentemente e que aguardam o retorno.

O capital próprio será escolha de mais da metade dos micro e pequenos empresários que planejam investir nos próximos três meses, seja por meio de aplicações que possuem (50%) ou resultante da venda de algum bem (9%). Os que vão recorrer a empréstimos e financiamentos em bancos e financeiras são 17% dos entrevistados.

Metodologia

Os Indicadores de Demanda por Crédito e de Propensão para investimentos do Micro e Pequeno Empresário (IDCI-MPE) calculados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) levam em consideração 800 empreendimentos com até 49 funcionários, nas 27 unidades da federação, incluindo capitais e interior. As micro e pequenas empresas representam 39% e 35% do universo de empresas brasileiras nos segmentos de comércio e serviços, respectivamente.


Fonte: CNC

Intenção de consumo das famílias registra maior nível desde 2015

Apesar da alta, índice continua abaixo da zona de indiferença (100 pontos), o que indica lenta recuperação do otimismo das famílias

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), apurada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), alcançou 81,7 pontos em dezembro de 2017, o maior nível do indicador desde agosto de 2015, quando estava em 81,8 pontos. Na comparação com novembro, o aumento foi de 1,9%. Em relação ao mesmo período do ano passado, o índice também apresentou alta de 7,2%.

“A melhora gradativa das condições econômicas impulsionou a recuperação da confiança das famílias. A trajetória favorável da inflação, aliada a um leve recuo no custo do crédito e à retomada da massa salarial, vem permitindo um menor comprometimento do orçamento das famílias, liberando uma fatia maior desses recursos para o consumo”, explica Juliana Serapio, assessora econômica da CNC.

Emprego atual apresenta nova alta

Único subitem acima da zona de indiferença (100 pontos), com 109,5 pontos, o componente Emprego Atual aumentou 0,6% na comparação com o mês anterior. Em relação a dezembro do ano passado, também houve melhora de 2,7%. O percentual de famílias que se sentem mais seguras em relação ao emprego atual é de 33,1%, ante 32,9% em novembro.

A preocupação das famílias em relação ao mercado de trabalho aparece no componente Perspectiva Profissional. Com 97,6 pontos, o subitem apresentou variação positiva de 1,4% na comparação mensal e queda de 2,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Renda atual cresce

A percepção das famílias sobre a Renda Atual está 10% acima do mínimo atingido em junho de 2016, tendo alcançado 93,2 pontos em dezembro. Apesar de ter registrado leve queda na comparação mensal (-0,5%), houve aumento de 3,1% ante dezembro de 2016.

O componente Nível de Consumo Atual atingiu 57,5 pontos, um aumento de 2,5% na comparação com o mês anterior e de 11,2% ante dezembro do ano passado. A Perspectiva de Consumo registrou aumento de 3,4% em relação ao mês anterior e, na comparação anual, houve alta de 21,3%.

O item Momento para Duráveis apresentou incremento de 7,2% na comparação mensal. Em relação a 2016, o componente teve aumento de 15,9%. O item Acesso ao Crédito, com 74,9 pontos, registrou aumento de 1,4% na comparação mensal e de 11,3% em relação a dezembro de 2016.

Na avaliação da CNC, o resultado negativo do varejo em outubro (-1,4% no conceito ampliado) não vai desviá-lo da trajetória de recuperação já percebida em 2017. Sete dos dez segmentos pesquisados pelo IBGE já apresentam recuperação no ano. Nesse sentido, a CNC mantém expectativa de alta de 3,7% nas vendas ao fim deste ano.

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