Clipping - 09/03/2018

CDL de Florianópolis

TV Catarina: Meio-Dia Catarina
Pauta: Economia em SC
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Rádio JovemPan: Jornal Local
Pauta: Evento Eu Amo a Praça
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Rádio Guarujá: Jornal Conexão
Pauta: Evento Eu Amo a Praça
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Rádio Guarujá: Jornal Conexão
Pauta: Entrevista sobre a discussão das feiras itinerantes - COMDES
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Fonte: Hora de SC

Fonte: Floripa News

Geral

Fonte: Diário Catarinense

Mercado dá como certo que taxa básica de juros cairá para 6,5%

Diante de uma inflação abaixo do patamar esperado para o começo deste ano, o mercado já dá como certo que o Comitê de Política Monetária (Copom) vai diminuir a taxa básica de juros (Selic) de 6,75% para 6,5% em sua próxima reunião, marcada para os dias 20 e 21 de março. Caso a redução se confirme, será o 12.º corte consecutivo na taxa, que voltará a bater mínima histórica. O resultado do IPCA de fevereiro, que será divulgado hoje, poderá indicar se haverá espaço para mais um corte da Selic em maio, de acordo com economistas.

A possibilidade de a taxa cair a 6,5% neste mês chegou a 88% ontem, conforme precificação feita pelo mercado nos contratos de juros futuros de curto prazo. Há um mês, logo após a última reunião do Copom, essa probabilidade era de 30%. No dia em que a ata do Copom foi divulgada, porém, o porcentual já subiu para 45%, em decorrência de o documento afirmar que um novo corte não estava descartado e que poderia ocorrer caso a inflação se mantivesse "em níveis confortáveis".

No início desta semana, o mercado elevou ainda mais suas apostas em uma nova redução da Selic após o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmar que os últimos resultados da inflação vieram abaixo do esperado. No fim do ano passado, o Banco Central projetava uma inflação de 0,53% em janeiro, mas o IPCA veio em 0,29%.

A Tendências Consultoria Integrada e o Banco Pine estão entre os que reviram, depois da fala de Ilan, suas projeções para a Selic. "Vínhamos trabalhando com a expectativa de 6,75%, mas, nas últimas semanas, a inflação surpreendeu para baixo. Até o Banco Central se mostrou surpreendido", disse Silvio Campos Neto, da consultoria Tendências.

Maio

Para o economista Marco Caruso, do Banco Pine, há ainda chances de que, na reunião deste mês, o Copom sinalize que poderá haver um novo corte em maio. "Apesar da recuperação da atividade econômica, a velocidade está menor do que se esperava. Também há um descolamento da inflação esperada em relação à meta. Isso justifica manter essa possibilidade (de redução da Selic em maio)", destacou.

O economista Daniel Silva, da Modal Asset, também acredita que o Copom poderá deixar as portas abertas para outro corte, apesar de não trabalhar com esse cenário como base. Essa decisão do Copom dependerá dos próximos resultados da inflação, lembra Silva. O Modal vem prevendo uma Selic a 6,5% há cerca de duas semanas.

Já para a economista Tatiana Pinheiro, do Santander, a redução na taxa de juros que deverá ocorrer em março marcará o fim do ciclo de quedas. "Projetamos que a Selic se mantenha em 6,5% até meados deste ano", afirmou. "Acho pouco provável estender esse ciclo, dado que sua trajetória já é bastante longa. Uma redução em maio só acontecerá se houver mais uma surpresa inflacionária", acrescentou.

Os economistas também reduziram, nas últimas semanas, suas projeções para a taxa de inflação de 2018. A Tendências, por exemplo, previa que os preços avançassem 4,1% neste ano; agora, estima uma alta de 3,8%. A Modal Asset diminuiu sua projeção de 3,7% para 3,4%. "Pode ser que fique até abaixo disso (3,4%). Os alimentos continuam surpreendendo e recuando", afirmou Silva. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte: Diário Catarinense

Eleição presidencial já tem 11 pré-candidatos

A cinco meses para o início do registro das candidaturas, a corrida eleitoral deste ano começa a ganhar forma e já reúne pelo menos 11 postulantes ao Palácio do Planalto colocados oficialmente. Nesta quinta-feira, 8, os nomes do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) foram lançados por seus partidos.

Analistas apontam o cenário de incerteza na disputa presidencial, reflexo da crise política, e o fim do financiamento empresarial como determinantes para a proliferação de candidaturas. A possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), até agora líder nas pesquisas de intenção de voto, ficar impedido de concorrer com base na Lei da Ficha Limpa também é considerada um fator para a pulverização de candidatos.

Algumas dessas candidaturas, porém, são vistas como tentativa de os partidos se cacifarem nas negociações de alianças eleitorais, como a do próprio Maia. No evento em que "estreou" como pré-candidato à Presidência, o deputado foi reverenciado por líderes de siglas do Centrão e até por tucanos, que já têm no governador Geraldo Alckmin (PSDB) seu pré-candidato. Eles ainda tentam atrair o DEM para a chapa presidencial.

A exemplo da candidatura do DEM, considerada de centro, no campo da esquerda a postulação da deputada estadual gaúcha Manuela D'Ávila (PCdoB) também é vista com ceticismo. Historicamente, o partido tem se colocado como linha auxiliar do PT e aliados dizem ter dúvidas se ela a manterá até o fim.

"O quadro está aberto. Partido grande não tem candidato forte, candidato mais forte está em partido fraco. O primeiro colocado nas pesquisas está impedido e o outsider saiu. O governo é bom nos resultados econômicos e pessimamente avaliado. Isso tudo dá muita insegurança para se apostar em coligações agora", afirmou o cientista político Rubens Figueiredo.

A fragmentação vista no campo de centro, que reúne, além de Maia e Alckmin, o senador Álvaro Dias (Podemos), pode ficar ainda maior caso o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), concorra. Ele negocia filiação ao MDB, mas dirigentes da sigla têm dito que a prioridade, em caso de candidatura própria, é do presidente Michel Temer - que diz não ter a pretensão de disputar a reeleição.

"Vemos a pré-candidatura do Maia com o mesmo respeito com que vemos a do Meirelles. E inclusive alguma do MDB que possa ser lançada", disse nesta quinta o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun.

Fator Lula

Na esquerda, a indefinição sobre Lula incentiva a fragmentação. Além do petista e de Ciro, o PSOL lança neste sábado, 10, o líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), Guilherme Boulos, como pré-candidato. Embora considerada mais ao centro, a ex-ministra Marina Silva (Rede) - oficializada como pré-candidata em dezembro - disputa o mesmo eleitorado.

No outro extremo, o PSL filiou na quarta-feira, 7, o deputado Jair Bolsonaro (RJ), 2.º colocado nas sondagens eleitorais. O empresário João Amoêdo foi lançado pelo Novo em novembro.

Para o cientista político Vitor Marchetti, da Universidade Federal do ABC, uma das medidas do que chama de "desestruturação" de sistema político é o número de candidaturas. Para ele, já é possível projetar 18 nomes. "Nosso recorde foi em 1989, quando 22 candidatos se lançaram. A diferença é que em 1989 a descoordenação era reflexo da inauguração do regime, já 2018 é retrato de sua desconstrução." Vitorioso na primeira eleição após a redemocratização, o senador Fernando Collor (AL) é pré-candidato pelo PTC.

A reportagem adotou o critério de desconsiderar pré-candidaturas não citadas nos principais institutos de pesquisa, como a da ex-apresentadora Valéria Monteiro, lançada pelo PMN.

"Com a crise e a ausência de candidatos com poder de aglutinação, todos os partidos resolveram se aventurar", afirmou o cientista político Carlos Melo, do Insper. A consequência, disse, pode ser um 2.º turno entre nomes com poucos votos. Para Marchetti, "uma candidatura que consiga 20% dos votos no 1.º turno terá grande chance de sair vitoriosa". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


Fonte: Hora de SC

Procissão do Senhor dos Passos acontece nos dias 17 e 18 de março; veja alterações no trânsito

Nos dias 17 e 18 de março, Florianópolis será palco da 252ª Procissão do Senhor dos Passos, evento que deve reunir milhares de pessoas em cortejo religioso pelas ruas do Centro. Tradição entre os católicos catarinenses desde 1766, a festividade começa uma semana antes, com uma missa na Capela Menino Deus.

Na procissão, as imagens do Senhor Jesus dos Passos e da Nossa Senhora das Dores serão carregadas pelas ruas do Centro, por isso o trânsito será alterado. Já na sexta-feira, 16, no decorrer da noite, cones serão colocados nas ruas Menino Deus, Bulcão Viana, Tiradentes e no entorno da Praça XV de Novembro, para impedir o estacionamento de automóveis nestes locais.

No sábado, 17, o trânsito será interrompido a partir das 8 horas nas ruas que integram o trajeto da Procissão do Carregador: ruas Menino Deus, Bulcão Viana, Tiradentes, Ilhéus e Tenente Silveira (no trecho em frente a Catedral Metropolitana de Florianópolis). Após o cortejo, que deve durar em torno de 45 minutos, o trânsito será liberado.

No período da tarde, a partir das 18 horas, o trânsito será interrompido novamente nas ruas que fazem parte do percurso da Procissão da Transladação das Imagens do Senhor Jesus dos Passos e da Nossa Senhora das Dores. O trajeto é similar ao da Procissão do Carregador.

No domingo, dia 18, às 6 horas, as ruas Tiradentes e Bulcão Viana serão fechadas para que os fiéis façam a confecção dos tradicionais tapetes, decorados com motivos religiosos, alusivos à festividade. Às 14 horas, o ponto de táxi da Praça XV de Novembro será deslocado, para não prejudicar a evolução da procissão.


Fonte: SPC Brasil

Banco Central, CNDL e SPC Brasil assinam acordo de cooperação para promover ações de cidadania financeira

Instituições realizarão pesquisas e divulgarão conteúdos voltados a finanças pessoais
Melhorar a relação dos consumidores com suas finanças pessoais é o objeto do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) que o Banco Central assinou hoje com a Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Focado em cidadania financeira, o acordo tem duração de dois anos, período no qual as instituições vão produzir pesquisas e disseminar conteúdos sobre educação financeira, crédito e consumo.

O indicador mensal Uso do Crédito no Brasil, que CNDL/SPC Brasil divulgam amanhã, mostra que, em janeiro, 22% dos brasileiros tiveram crédito negado ao tentar parcelar uma compra em estabelecimentos comerciais ou contratar serviços a prazo. Para 36% deles, faltaram comprovação ou suficiência de renda, enquanto um em cada três teve restrições ao CPF devido à inadimplência.

“Esse acordo poderá melhorar a vida das pessoas e aumentar a capacidade de consumo da população”, observou o presidente da CNDL, José César Costa, lembrando que as câmaras de dirigentes lojistas estão presentes em mais de 1.500 municípios de 26 estados e no Distrito Federal.

A ideia do ACT é unir esforços em prol da inclusão financeira da população e vai se estruturar nos pilares educação financeira e pesquisas. Isaac Sidney Ferreira, diretor de Relações Institucionais e Cidadania do Banco Central, informou que a bancarização cresceu 3,3% nos últimos dez anos, enquanto a população adulta brasileira segue heterogênea e muitas vezes usa mau o crédito.

“Todos nós temos de promover a cidadania financeira, daí a importância de o Banco Central firmar parcerias. Vamos conjugar esforços, fazer o intercâmbio de dados agregados, casando demandas e acessos a serviços financeiros. Esse diagnóstico comportamental daquele que usa o varejo e o crédito pode nos ajudar a avaliar o impacto de políticas públicas importantes”, explica o diretor, citando como possível consequência a redução do spread bancário.

Além das pesquisas, o conteúdo de educação financeira produzido pelo Banco Central será compartilhado nos canais que o SPC Brasil oferece para os consumidores, como o site Meu Bolso Feliz e o aplicativo para smartphones 'SPC Consumidor'. Em contrapartida, as pesquisas do SPC Brasil serão compartilhadas com o BC. “O desenvolvimento do Brasil só vai ocorrer quando todo cidadão tiver seu orçamento organizado, e isso inclui as pequenas empresas, que muitas vezes vão a óbito porque os empresários não têm noção do uso adequado de recursos. Esse acordo tem muito a contribuir para a cidadania financeira, fundamental para o desenvolvimento sustentável de longo prazo da nossa moeda”, afirmou o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro, que aproveitou as perguntas dos repórteres para reforçar a importância da aprovação pelo Congresso do cadastro positivo, melhorando o acesso ao crédito no país.

Instituições envolvidas:

Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL)

- Principal representante do varejo nacional, tem 95% de suas associadas enquadradas como micro e pequenas empresas. O varejo emprega 20 milhões de pessoas e impacta 47% do PIB nacional, segundo o IBGE.

Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil)

– Ponte da CNDL com os consumidores, atua como um sistema de informações e serviços. Possui uma rica base de dados para a criação de produtos e a produção de indicadores e pesquisas.

Banco Central

– Além de atribuições como controle de inflação e política monetária, o BC tem uma agenda de trabalho, chamada BC+, estruturada sobre quatro pilares: MAIS Cidadania Financeira; Crédito MAIS barato; Legislação MAIS moderna e Sistema Financeiro MAIS eficiente.


Fonte: Exame

IR 2018: saiba como o MEI deve entregar a declaração

Microempreendedor durante semana MEI em São Paulo
O prazo para enviar a declaração do Imposto de Renda de 2018 para a Receita Federal termina às 23h59 de 30 de abril (Patricia Cruz/A2IMG/Sebrae/Divulgação)

O prazo para enviar a declaração do Imposto de Renda de 2018 para a Receita Federal termina às 23h59 de 30 de abril. Quem atrasar, está sujeito ao pagamento de multa mínima de 165,74 reais e máxima, de até 20% do imposto devido.

Sou MEI (professor particular de idiomas) desde 07 de 2017. Não tenho conta corrente pessoa jurídica e os alunos depositam o valor mensal na minha conta pessoa física. Meus rendimentos não passam de 2.500 reais por mês. Preciso declarar Imposto de Renda como MEI ou como pessoa física? Se for como MEI, como declaro meus ingressos? (Y.P.)

O MEI entrega entre duas declarações, uma como pessoa jurídica e outra como física. Se os rendimentos tributáveis do MEI forem acima de R$ 28.559,70 deve entregar a Declaração de Ajuste de 2018 da pessoa física até o dia 30.04.2018. É importante não confundir a DASN-SIMEI (pessoa jurídica) com a Declaração de Ajuste Anual (pessoa física), ou seja, a entrega de uma obrigação não exclui a outra.

Se os valores apresentados forem os únicos recebidos pelo contribuinte em 2017 estará isento da entrega da Declaração de Ajuste Anual. Isso porque o rendimento tributável total é de R$ 20.400 ou seja, R$ 30.000 (2.500 x 12 meses), deduzido do lucro líquido de R$ 9.600 (32% de R$ 30.000). Porém, não esqueça de entregar a DASN-SIMEI.

Fiz dois financiamentos no valor de R$ 90.000 cada um no Banco do Brasil em outubro e novembro de 2017. Emprestei para o meu filho adquirir um apartamento, que até o momento não foi finalizado. Como declaro?

O valor individual dos financiamentos obtidos junto ao Banco do Brasil, em seu nome, deve ser informado na ficha “Dívidas e Ônus Reais”. Informe o código 11, a discriminação, a situação em 31/12/2017 das dívidas e ônus reais e o valor pago em 2017. Informe também a natureza da dívida, o nome e o número de inscrição no CNPJ do credor. Na Declaração de Bens e Direitos, informar no código 51 – Crédito decorrente de empréstimos, os dados dos empréstimos ao seu filho, indicando o nome e o número do CPF dele e as condições de pagamento. Seu filho também deve declarar na ficha “Dívidas e Ônus Reais” as dívidas que tem com você, indicando seu nome e número do CPF e as condições dos empréstimos recebidos e a que fim se destina.

Tenho uma filha de 26 anos que é universitária e não tem renda. Eu que pago suas despesas. Ela pode ser ainda minha dependente? (Mary A.)

Não. Podem ser considerados dependentes os filhos maiores de 21 – até 24 anos de idade – se ainda estiverem cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau. O fato de ter completado 26 anos impede a condição de dependente.

Se a pessoa declara que é casado ou casada e informa o CPF do cônjuge, esse CPF vai ser verificado pela Receita Federal? A Receita vai investigar o que a pessoa do CPF tem em seu nome? (Roberto C.)

Sim. A Receita Federal tem, por meio do cruzamento de dados, acesso a diversas informações prestadas. Cartórios, imobiliárias, bancos, dentre outros permitem identificar eventuais rendimentos ou transações relativas ao CPF informado. O fisco exige a informação do cônjuge na declaração.

De janeiro a outubro de 2017 eu recebi pensão alimentícia e bolsa estágio, totalizando R$ 2.700 mensal. A partir de outubro fui efetivada, não recebi mais pensão e passei a ser descontada IR. Gostaria de saber se minha declaração pode ser feita junto com a do meu pai (pagador da pensão até outubro) ou se deve ser feita separada? (C.L.)

Verifica-se que o contribuinte não é dependente do pai, que foi o alimentante por um período em 2017. Portanto, as declarações devem ser feitas em separado.


Fonte: Veja

Mercado Bitcoin projeta movimentar R$ 50 bilhões em 2018

Corretora chega a 1 milhão de clientes e altera estrutura de administração projetando volume de negociações dez vezes maior

A corretora de moedas virtuais Mercado Bitcoin anunciou nesta quinta-feira uma mudança na sua administração para atingir 50 bilhões de reais em transações no ano. A empresa registrou 4,5 bilhões de reais em movimentações de recursos em 2017 e 1 milhão de clientes. A meta é chegar aos 2,5 milhões de cadastrados.

Criptomoedas como o bitcoin podem ser transacionadas livremente por meio da internet. Há várias ferramentas gratuitas para isso, como softwares e sites. O que as corretoras fazem é converter os valores virtuais em dinheiro do mundo real. A cotação é definida por cada empresa, e normalmente segue a tendência de oferta e demanda do mercado.

Para dar conta do crescimento projetado, a empresa passa a ter sete novos diretores. Os profissionais têm passagens por empresas de tecnologia, setor financeiro e empresas de varejo – como Uber, Citibank, B3 (bolsa de valores de São Paulo), BB e Magazine Luiza.

Até então, a administração ficava por conta dos quatro sócios do Mercado Bitcoin. Um dos fundadores, Gustavo Chamati, passa à função de CEO no lugar de Rodrigo Batista. Batitsta se torna presidente do conselho, novo órgão criado com outros sete profissionais.

O Mercado Bitcoin negocia três das moedas virtuais mais populares: bitcoin, litecoin e bitcoin cash. A empresa foi criada em 2011 e viu seu número de clientes dar um salto no último ano, em meio à valorização astronômica do bitcoin no último ano. A moeda virtual subiu quase 19 vezes, chegando a 18.723 dólares (60.7500 reais) em dezembro, segundo índice da bolsa de Nova York.

A empresa mudou também sua sede para um endereço na Zona Sul de São Paulo com capacidade para 220 funcionários, e pretende fazer novas contratações no curto prazo de lideranças nas áreas jurídica e de recursos humanos.

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