Clipping - 08/05/2018

CDL de Florianópolis

Ric Record: Record News
Pauta: Dia das Mães
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Rádio Jovem Pan: Jornal Local
Pauta: CDL Jovem
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Rádio Guarujá: Rádio Livre
Pauta: Evento Eu Amo a Praça
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Fonte: Notícias do Dia - Fábio Gadotti


Fonte: Notícias do Dia - Fábio Gadotti

Fonte: Notícias do Dia - Janine Alves


Fonte: Notícias do Dia - Editorial

Fonte: Diário Catarinense - Fernanda Nasser

Fonte: Portal AcontecendoAqui


Geral

Fonte: Notícias do Dia

Adesão dos servidores da Capital à greve é de 70%, diz Sintrasem

Nova proposta do Executivo será analisada em assembleia dos trabalhadores nesta terça (8)

Após a proposta feita pela Prefeitura de Florianópolis no último sábado, a adesão à greve entre os servidores da Saúde e da Educação ainda é de 70%, segundo o Sintrasem (Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal de Florianópolis). O Executivo ofereceu aos trabalhadores que retornassem aos seus postos de trabalho nesta segunda (7) o pagamento integral do salário de abril mais o desconto parcelado de cinco dias de paralisação, com reposição do restante dos dias parados para não prejudicar o ano letivo.

A Prefeitura não divulgou levantamento de quantos servidores teriam retornado ao trabalho nesta segunda.

Porém, nesta tarde, voltou à mesa de negociações com o sindicato da categoria. Na avaliação do Sintrasem, não houve muitos avanços na discussão. As conclusões, no entanto, só serão divulgadas após a assembleia dos servidores prevista para esta terça (8), às 13h30, no Centro da Capital.

Trabalhadores em greve atendem população na praça

Com uma barraca adesivada e coberta de faixas da greve e do posicionamento contrário a lei das Organizações Sociais (O.S.), cerca de 50 profissionais da saúde pública municipal de Florianópolis se revezaram durante a segunda-feira (7) e prestaram atendimento à população que passava pelo centro da Capital.

Cerca de 400 atendimentos foram feitos, incluindo consultas médicas, acupuntura, auriculoterapia, aferição de pressão arterial, práticas de chi kung (medicina chinesa), orientações sobre plantas medicinais, aferição de glicemia.

Os trabalhadores que estão em greve desde o dia 12 de abril aproveitaram o momento para dialogar com a população sobre os reflexos das Organizações Sociais na qualidade do serviço público e no atendimento da saúde municipal.


Fonte: Notícias do Dia

Prefeitura de Florianópolis lança campanha para ampliar reciclagem na cidade

Abihpec, associações de recicladores e prefeitura vão distribuir 250 mil folhetos e 130 mil ímãs sobre separação adequada dos resíduos recicláveis

A coleta seletiva em Florianópolis já alcança 100% dos bairros, mas o município só consegue reciclar 6% de todo o material que é descartado. Além de ir contra as políticas ambientais para tratamento do lixo, o subaproveitamento da coleta seletiva também influencia diretamente no custo do sistema de gerenciamentos de resíduos, fazendo com que o município empregue cada vez mais recursos para enterrar boa parte de material que poderia ser reciclado.

A ação terá apoio das três associações de recicladores da cidade - Marco Santiago/ND
Para tentar ampliar a eficiência da coleta seletiva, diminuir o volume de material encaminhado para o aterro sanitário de Biguaçu e aquecer a economia em torno das cooperativas de catadores, a Prefeitura de Florianópolis lança nesta terça-feira (8) uma campanha que busca estimular a correta separação dos resíduos na fonte. A ação terá apoio das três associações de recicladores da cidade.

A campanha vai perseguir as metas estabelecidas pelo Plano Municipal de Coleta Seletiva, que exige recuperar 37% dos recicláveis secos e 45% dos resíduos orgânicos até 2020. “Temos de colocar em prática os princípios da responsabilidade compartilhada, entre poder público, indústria e consumidor, para que materiais recicláveis retornem em maior escala ao ciclo econômico. Se não mudarmos a forma de fazer isso, nunca vamos sair desses indicadores de recuperação perto de zero”, afirma o presidente da Comcap (Autarquia de Melhoramentos da Capital), Carlos Alberto Martins.

A campanha, que faz parte do programa “Dê a mão para o futuro: reciclagem, trabalho e renda”, conta ainda com o envolvimento de setores produtivos, que segundo aponta a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos) também são responsáveis pela destinação correta dos resíduos através da logística reversa. O programa atua em seis cidades catarinenses e é coordenado pela Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos) e realizado em conjunto com Abipla (Associação Brasileira das Indústrias de Produtos de Limpeza) e Abimapi (Associação Brasileira das Indústrias de Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados).

Cidade quer resgatar pioneirismo

A história da coleta seletiva em Florianópolis não é recente. Papel, plástico, vidro e metal são coletados separadamente dos demais resíduos há mais de 30 anos. Ainda assim pequena parte de recicláveis é separada pela população. Das 203 mil toneladas de resíduos recolhidas por ano pela Comcap, 183 mil vão para o aterro sanitário e apenas 20 mil são destinadas à reciclagem por meio da coleta seletiva.

O material recuperado é doado pela prefeitura para dez associações e cooperativas de recicladores e volta para o ciclo econômico. Esses empreendimentos triam e vendem o material para 20 indústrias, gerando receitas de até R$ 4,5 milhões ao ano na Grande Florianópolis, já contabilizados como economia com aterro sanitário e ganhos para cerca de 200 catadores.

O programa está investindo aproximadamente R$ 600 mil para as três associações de Florianópolis em equipamentos e infraestruturas para os galpões, assessoria técnica, software de gestão e campanha ambiental. O foco da ação, informa Daniel Tomazoni, da Unisol Brasil, que coordena a ação da Abihpec, é ampliar o conhecimento da população sobre a separação correta dos materiais recicláveis e o quanto esta atitude pode contribuir com o meio ambiente e, também, com a geração de trabalho e renda para aqueles que vivem da reciclagem de resíduos.

Além do lançamento da campanha na manhã desta terça-feira na ACMR/Centro de Valorização de Resíduos da Comcap, no Itacorubi, também será realizada ação de demonstração do início do programa em domicílios do Itacorubi. Nesse programa, moradores serão estimulados à reciclagem de papel, plástico, metal e vidro.

Como vai funcionar

Moradores de Florianópolis receberão a visita da equipe do programa “Dê a mão para o futuro”, dos próprios cooperados e de agentes públicos municipais. Um veículo identificado circulará nas ruas de Florianópolis e a abordagem será de porta em porta, com entrega de folhetos de caráter educativo e ímãs de geladeira, para que a população possa apontar em qual dia da semana a coleta seletiva da Comcap é feita em seu bairro.


Fonte: Notícias do Dia

Correios diz que não há previsão de quantas agências fecharão em Santa Catarina

Em nota, assessoria informou que readequação da rede de atendimento está em fase de estudos

Com a notícia de que os Correios devem fechar mais de 500 agências em todo o país, resultando na demissão de 5,3 mil trabalhadores, a Assessoria de Comunicação da empresa em Santa Catarina divulgou um esclarecimento sobre a readequação da rede de atendimento dos Correios.

Em nota enviada nesta segunda-feira (7) por email, a assessoria informou que a empresa vem realizando estudos pormenorizados sobre a sua rede física de atendimento, assim como novos canais digitais e outras formas de autosserviços. Os objetivos, segundo a estatal, são a melhoria na qualidade e na experiência do cliente, além de maior eficiência na cobertura de mercado e a necessidade de reduzir custos.

"Os estudos são acompanhados pelo Tribunal de Contas da União, pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, e as conclusões alcançadas somente serão divulgadas após a exaustiva avaliação interna dos Correios e externa pelos órgãos competentes. Como este processo ainda está em curso, não há previsão do número de unidades que serão fechadas no Estado de Santa Catarina e também não temos como prever possíveis casos de demissão de empregados", informou a assessoria.

O Sintect (Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares de Santa Catarina) se manifestou apenas em sua página no Facebook dizendo que "o fechamento das agências vai prejudicar a população das áreas mais pobres do país, pois ficarão sem o serviço dos Correios. Os trabalhadores perderão os empregos e as vagas não serão preenchidas com Concurso Público. Os trabalhadores que forem mantidos serão sobrecarregados, acumulando as funções dos demitidos e prejudicados com as piores condições de trabalho".


Fonte: Diário Catarinense

Mudanças no ICMS vão à votação após consenso entre comércio e indústria de SC

Uma proposta de consenso entre a Federação das Indústrias (Fiesc) e a Federação do Comércio (Fecomércio-SC) é a aposta do governo para garantir a admissibilidade da Medida Provisória 220, que determina mudanças na tributação do ICMS para a indústria e comércio. A MP deve ser votada em plenário na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) nesta terça-feira.

Antes em posições contrárias, as duas entidades deram aval à medida provisória depois que a Secretaria da Fazenda apresentou um texto que exclui o setor têxtil dos efeitos da medida. A mudança tranquiliza principalmente a Fecomércio, que previa aumento de preços e desemprego como reflexos da proposta original. Se a votação no plenário decidir pela admissibilidade da MP, a nova redação será incluída em forma de emenda.

— O acordo entre as federações e a Fazenda ocorreu. O que a gente não sabe é se vai ter acordo entre os deputados — diz o secretário da Fazenda, Paulo Eli.

Ainda nesta terça, representantes das duas federações vão se reunir na Alesc, às 10h30, para reforçar o entendimento de que desejam a aprovação da medida provisória.

— Fiesc e Fecomércio estão unidas na defesa da aprovação das novas regras do ICMS, com exclusão do setor têxtil, conforme acordado entre as duas entidades, o governo e a Assembleia no último dia 2. Esperamos agora que os parlamentares definam a maneira mais adequada para colocar isso em prática o mais rápido possível — destaca Glauco José Côrte, presidente da Fiesc.

O presidente da Fecomércio, Bruno Breithaup, reforça o interesse de que a votação encerre definitivamente o impasse e não ocorram novas divergências.

—Não discutimos o mérito do novo teor da redação. Atende nossa expectativa. Nossa posição é de que se resolva em definitivo o problema, de preferência durante a sessão — afirma.

Líder do governo na Alesc, o deputado Valdir Cobalchini (PMDB) acredita que o entendimento das entidades terá peso favorável na admissibilidade da Medida Provisória.

—Uma vez estabelecido esse consenso, acredito que a tramitação será facilitada. Não podemos negar um acordo que envolve as duas partes interessadas — avalia.

Caso siga em tramitação, a MP 220 passará a ser analisada pela Comissão de Finanças e Tributação. O presidente da comissão, deputado Marcos Vieira (PSDB), participou das tratativas que definiram mudanças ao texto.

—Se for com aquela (nova) redação, não vejo problema — sinaliza.

Entenda

A Medida Provisória reduziu as alíquotas de ICMS de 17% para 12% para indústrias e atacadistas. O comércio continua pagando 17%.

Exemplo
Um produto que é vendido por R$ 100 da indústria para o comércio e por R$ 150 do comércio ao consumidor final.

Modelo antigo
Na venda da indústria para o comércio, a indústria pagava 17% de ICMS (R$ 17) e repassava um crédito de mesmo valor ao comerciante. Como o valor final era de R$ 150, o imposto total a ser pago era de R$ 25,50. O comércio, no entanto, pagava apenas R$ 8,50, já que possuía um crédito de R$ 17.

Modelo novo
A indústria passa a pagar apenas 12% de ICMS, creditando o comércio em R$ 12. Dessa forma, o comércio paga R$ 13,50, totalizando os mesmos R$ 25,50 de imposto.

Indústria têxtil
Com a sinalização de que será feita uma emenda à Medida Provisória se houver tramitação, o novo texto vai assegurar às têxteis a mesma condição tributária de antes da edição da MP. A mudança promete tranquilizar as grandes redes de varejo, que são clientes preferenciais do setor têxtil. Isto porque antes eram repassados 17% do valor dos produtos têxteis em crédito a quem comprasse e, após a mudança, esse valor caiu para 12%. A nova redação, portanto, viabilizaria novamente o crédito de 17%.

A tramitação
A Comissão de Constituição e Justiça deu parecer pela inadmissibilidade. No plenário, a votação ocorrerá nesta terça-feira. É necessário maioria simples para arquivar a MP ou deixar que ela siga tramitando. Caso o governo vença essa etapa, a MP volta para as comissões. Na Comissão de Finanças e Tributação é que será incluída a emenda em relação ao setor têxtil. Em seguida, retorna ao plenário para o julgamento do mérito. Se for aprovada nessa etapa, vira lei. A MP foi publicada em 12 de abril e tem validade de 60 dias, prorrogáveis por outros 60. Caso haja a prorrogação e o mérito não seja julgado em plenário até 12 de agosto, ela perde validade, retornando ao sistema antigo.


Fonte: Diário Catarinense

IGP-DI de abril fica em 0,93%, ante 0,56% em março, aponta FGV

O Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou alta de 0,93% em abril, ante um aumento de 0,56% em março, divulgou na manhã desta terça-feira, 8, a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O resultado do indicador ficou acima do intervalo das projeções do mercado financeiro, que estimavam uma alta desde 0,53% a 0,80%, com mediana positiva de 0,63%, de acordo com as instituições ouvidas pelo Projeções Broadcast. Com o resultado, o IGP-DI acumulou uma elevação de 2,24% no ano até abril e avanço de 2,97% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem o IGP-DI. O IPA-DI, que representa o atacado, teve alta de 1,26% em abril, após a elevação de 0,77% registrada em março. O IPC-DI, que apura a evolução de preços no varejo, teve um aumento de 0,34% em abril, ante um crescimento de 0,17% em março. Já o INCC-DI, que mensura os preços na construção, apresentou alta de 0,29% em abril, depois do aumento de 0,24% em março.

O período de coleta de preços para o índice de abril foi do dia 1º ao dia 30.

IPAs

Os preços dos produtos agropecuários no atacado medidos pelo IPA Agrícola subiram 2,18% em abril, após a elevação de 3,39% em março, dentro do IGP-DI. Os produtos industriais, que são mensurados pelo IPA Industrial, avançaram 0,96% em abril, depois de uma queda de 0,09% no atacado no mês anterior.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram alta de 0,21% em abril, ante uma alta de 0,76% em março.

Os preços dos bens intermediários subiram 2,0% em abril, após avançarem 0,85% em março. Já os preços das matérias-primas brutas registraram alta de 1,68% em abril, depois de subirem 0,68% em março.


Fonte: SPC Brasil

Novo Cadastro Positivo deve democratizar acesso ao crédito e estimular competição entre instituições financeiras, avalia SPC Brasil

Com alteração, Brasil se junta aos modelos internacionais bem-sucedidos ao reduzir assimetria de informações, que favorece consumidores e empresas. Novas regras garantem sigilo de dados previsto em lei

O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) apoia a aprovação do Projeto de Lei Complementar 441/2017 que desburocratiza as regras do Cadastro Positivo. A votação na Câmara dos Deputados está prevista para hoje (terça, 8/5). Caso seja aprovado, o texto segue para uma nova votação no Senado, antes de ir para a sanção presidencial. Com a alteração, todos os consumidores brasileiros que possuem CPF passam a fazer parte automaticamente do cadastro, a não ser que peçam a exclusão de suas informações, o que é feito de forma gratuita. O Cadastro Positivo é um banco de dados operado pelo SPC Brasil que reúne informações sobre o histórico de pagamentos realizados pelos consumidores.

A principal consequência das novas regras será tornar o acesso ao crédito mais fácil e com juros menores para consumidores e empresas que honram seus compromissos financeiros, pois permitirá que informações que atualmente não são consideradas em uma avaliação de crédito, passem a ser consultadas, possibilitando uma avaliação de risco mais justa e individualizada na concessão de crédito. Além disso, favorecerá mais assertividade por parte do empresário nos processos de concessão de financiamentos, empréstimos e compras a prazo. Isso tudo sem afetar a proteção de dados sensíveis e o próprio sigilo bancário que permanecem preservados, como todas as demais exigências previstas no Código de Defesa do Consumidor.

“Um dos motivos das taxas de juros serem altas e de não haver flexibilização dos prazos para pagamentos é a ausência de algumas informações sobre os hábitos de pagamento dos consumidores. Atualmente, o bom pagador é penalizado pelo consumidor inadimplente, fazendo com que os juros sejam elevados para todos, independentemente do seu comportamento financeiro. Com o Cadastro Positivo, o consumidor será analisado pelo seu próprio histórico de pagamentos, e não apenas pelas restrições pontuais existentes em seu nome, o que é um modelo mais justo e abrangente”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior.

A mudança nas regras do Cadastro Positivo também deve estimular a competição na oferta de crédito entre instituições financeiras, como fintechs, cooperativas, pequenas financeiras e também entre empresas do varejo. “Hoje, as instituições financeiras de grande porte já possuem informações sobre o perfil de pagamento dos clientes com os quais mantêm relacionamento, mas essas informações não são compartilhadas com o mercado de crédito como um todo, impossibilitando que haja uma competição saudável entre diversos players e um alcance maior dessas informações. Com o novo Cadastro Positivo, o Brasil se junta aos modelos internacionais bem-sucedidos”, explica Pellizzaro Junior.


Fonte: Folha de S.Paulo

Petrobras registra lucro de quase R$ 7 bilhões e volta a pagar dividendos

Lucro líquido subiu 56,4% na comparação com o mesmo período do ano passado

A alta no preço do petróleo impulsionou o lucro da Petrobras, que voltará a pagar dividendos a seus acionistas após quatro anos. No primeiro trimestre de 2018, a estatal lucrou R$ 6,96 bilhões, alta de 56,4% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Foi o melhor resultado trimestral desde o primeiro trimestre de 2013, quando a Petrobras lucrou R$ 7,69 bilhões.

A principal explicação, diz a empresa, foi o aumento nas cotações internacionais do petróleo. No trimestre, o petróleo brent esteve coado em média em US$ 66,8 por barril, contra US$ 53,8 no mesmo período do ano anterior.

Com os sucessivos prejuízos gerados por perdas com ativos investigados pela Operação Lava Jato, a estatal não pagava dividendos desde 2013. Este ano, alterou sua política de remuneração aos acionistas para permitir o pagamento com base em lucros trimestrais.

Nesta terça (8), anunciou a distribuição de R$ 652,2 milhões, o equivalente a R$ 0,05 por ação, a título de juros sobre o capital próprio.

No balanço divulgado nesta terça, a companhia apontou receita de R$ 74,4 bilhões, aumento de 9% em relação aos primeiros três meses de 2017.

A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro de juros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ficou em R$ 25,7 bilhões, praticamente estável ante os R$ 25,2 bilhões do mesmo trimestre do ano anterior.

O endividamento líquido, principal preocupação da gestão atual da estatal, caiu 3,5%, para R$ 270,7 bilhões. Nos últimos meses, a companhia tem usado recursos de venda de ativos e sobra de caixa para antecipar o pagamento de dívidas.

A meta da estatal é chegar ao fim do ano com o indicador de dívida sobre geração de caixa abaixo de 2,5 vezes. No primeiro trimestre de 2018, eram 3,52 vezes. O indicador foi afetado no fim de 2014 com acordo para ressarcir investidores americanos por perdas com a corrupção, que vai custar US$ 2,95 bilhões.

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