Clipping - 07/03/2018


CDL de Florianópolis


Fonte: Notícias do Dia - Marcos Cardoso

Fonte: Notícias do Dia - Fábio Gadotti


Fonte: Notícias do Dia - Janine Alves

Fonte: Notícias do Dia

Fonte: Diário Catarinense - Estela Benetii


Fonte: Jornal Hora de Santa Catarina



Geral

Fonte: Diário Catarinense

Nova licitação de obras na BR-163 está prevista para este mês

A superintendência do Departamento Nacional de Infraestrutura do Transporte (DNIT) em Santa Catarina pretende lançar neste mês a licitação para retomada das obras de ampliação e melhoria da BR-163, entre São Miguel do Oeste e Dionísio Cerqueira. Depois de quatro anos e apenas 40% da obra finalizada, o órgão pediu rescisão de contrato com a Sul-Catarinense.

O novo anteprojeto, com a inclusão do Contorno Viário de São Miguel do Oeste, está em fase de conclusão. O problema é que os recursos disponíveis para 2018 são pequenos.

Na Lei Orçamentária Anual de 2018 foram previstos R$ 12,7 milhões – ou 10% da obra.

Como a situação da rodovia é precário, o DNIT lançou outro edital de manutenção, que inclui tapa-buraco, roçada e limpeza, no valor de

R$ 7,2 milhões. Essa licitação foi concluída, abrange a BR-163 e também a BR-282, de São Miguel do Oeste a Paraíso. Falta só a liberação dos recursos para que se iniciem os trabalhos.

As medidas também são para dar cumprimento a determinações judiciais. Em janeiro, após ação do Ministério Público Federal, a Justiça Federal estipulou o prazo de até metade de abril para a retomada da obra, em virtude dos transtornos causados para a população.

Indenizações

Além das obras há a questão das indenizações para ampliação da capacidade da rodovia. Até o momento foram indenizados 112 pessoas, no valor de R$ 16,9 milhões. Faltam ainda 122 cadastros, o equivalente a R$ 16 milhões.

Ação civil

A Justiça Federal também está com uma ação civil pública para avaliar contratos de manutenção das BRs. Uma perícia avaliou que o material e a técnica utilizados foram abaixo do padrão e houve uma má prestação de serviço. O DNIT está questionando o parecer.

Prioridades

Investimento em rodovias é prioridade da nova diretoria do Sindicato do Comércio Varejista de Chapecó, que toma posse no dia 15 para um mandato de quatro anos. O atual presidente, Marcos Barbieri, foi reconduzido ao cargo. Ele afirmou que as prioridades são o Contorno Viário Leste de Chapecó, com 23 quilômetros ligando a SC-480 com a BR-282, a continuidade do Contorno Viário Oeste, unindo a SC-283 e a BR-282, e a duplicação da SC-283 nas saídas de Chapecó.


Fonte: G1

Vendas da indústria de SC crescem 12,9% em janeiro em relação ao mesmo mês de 2017, diz Fiesc

Maior faturamento foi dos segmentos de produtos de metal e alimentícios, além de vestuário. Levantamento da federação foi divulgado nesta terça.

As vendas da indústria catarinense cresceram 12,9% em janeiro de 2018 em comparação com o mesmo mês de 2017, segundo levantamento da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc) divulgado nesta terça-feira (6). O número é maior do que a média nacional, de 7,7%, conforme a Confederação Nacional da Indústria (CNI), também na comparação entre janeiro deste ano e de 2017.

Conforme o levantamento, os segmentos que apresentaram maior crescimento foram:

produtos de metal - 36,9%
produtos alimentícios - 29,5%
confecção de artigos de vestuário e acessórios - 29,2%
Porém, também houve recuo nas vendas em dois segmentos:

produtos de madeira - recuo de 3,59%
produtos de borracha e material plástico - recuo de 0,92%
Para a Fiesc, um dos aspectos mais importantes é que o levantamento mostra que houve ampliação das vendas em 12 das 14 atividades pesquisadas. De acordo com a Federação, este é o primeiro crescimento registrado no mês de janeiro nos últimos quatro anos.

A expectativa para 2018 é positiva, segundo a Fiesc, mas os percentuais de crescimento devem ficar em patamares menores durante o ano, já que a base de comparação come


Fonte: EconomiaSC

Pequenos negócios catarinenses têm bons resultados

Pesquisa do Sebrae/SC analisa crescimento e expectativas dos empresários de pequenos negócios
Compras e custos que apresentava 46,01 pontos, teve um aumento de 4,98 pontos quando comparado

O Sebrae/SC divulgou dados da pesquisa Tendência Conjuntural dos Pequenos Negócios referente aos resultados e crescimento do último trimestre e perspectivas dos empresários para o próximo. Para a pesquisa, foram entrevistados 400 pequenos negócios em todas as regiões do Estado, nos setores de indústria, comércio e serviço.

No último estudo, foi comprovada uma melhora dos resultados nas expectativas dos pequenos negócios e maior confiança na economia, com um crescimento de 9,5%, para o período janeiro-março/2018 em relação ao trimestre anterior, que também teve números positivos.

A situação atual referente a outubro-dezembro/2018 das vendas, compras e custos que apresentava 46,01 pontos, teve um aumento de 4,98 pontos quando comparado ao ano anterior. Este foi o índice mais alto registrado na série de 13 medições, impactado principalmente por aumento de 6,20 pontos nas compras e 4,95 nas vendas.

“A elevação do índice da situação atual nesse patamar, puxado pelo aumento das compras é um ótimo sinal que trouxe mais confiança de melhora na economia, mesmo num período impactado pela sazonalidade”, relata o Analista Técnico do Sebrae/SC e coordenador da pesquisa, Cláudio Ferreira.

Sobre a pretensão de investimento dos pequenos negócios, o número manteve-se ainda abaixo da média de anos anteriores. Porém com um acréscimo de 3%, concentrando-se em 20% dos entrevistados. Já o número de quadro de pessoal segue próximo à estabilidade.

“Em relação ao quadro de pessoal, estima-se uma pequena redução de 0,32%. Seguindo o histórico de queda nos últimos três anos para o período, mas em volume cada vez menores. Porém, as expectativas quanto à economia seguem melhorando. Com 43,5% dos entrevistados prevendo um cenário melhor”, finaliza Claudio.

De modo geral, a análise registrou melhora em todos os setores. Com destaque para o comércio que teve um aumento de 7,72 pontos devido ao bom desempenho nas vendas e compras. Participaram da pesquisa 150 microempreendedores individuais. 150 microempresas e 100 empresas de pequeno porte. Isso no período de 2 a 16 de janeiro de 2018.


Fonte: SPC Brasil

22% dos consumidores tiveram crédito negado ao tentarem parcelar compra em janeiro, revela indicador do SPC Brasil e CNDL

Em cada dez brasileiros, seis não se utilizaram de nenhuma modalidade de crédito no período; 22% dos usuários de cartões começaram 2018 entrando no rotativo e 78% dos consumidores fecharam o mês sem sobras de dinheiro

O Indicador de Uso do Crédito apurado pelo SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas) revela que 22% dos brasileiros tiveram crédito negado no último mês de janeiro ao tentarem parcelar uma compra em estabelecimentos comerciais ou contratar serviços a prazo. A falta de comprovação de renda ou insuficiente de renda (36%) e as restrições ao CPF (31%) em virtude da inadimplência foram as principais razões para a negativa.

De acordo com a sondagem, em cada dez consumidores, seis (58%) não se utilizaram de nenhuma modalidade de crédito no último mês de janeiro, como cartões, crediário, cheque especial, linhas de financiamentos ou empréstimos. Outros 42% mencionaram ao menos uma modalidade a qual tenham recorrido no período. Em dezembro, período de tradicional aquecimento das vendas no varejo, esse índice era ligeiramente maior e atingiu 46% dos consumidores. Ainda assim, o número observado em janeiro deste ano é o segundo mais elevado desde junho de 2017, quando 44% dos brasileiros haviam se utilizado de ao menos um tipo de crédito naquele mês.

Os cartões de crédito (36%) e o crediário (12%) foram as modalidades mais usadas em janeiro deste ano. O cheque especial foi citado por 7% da amostra e os financiamentos por 6%.

Na escala do Indicador de Uso do Crédito que varia de zero a 100, sendo que quanto mais alto, maior a utilização de modalidades de crédito, o resultado observado em janeiro ficou em 28,1 pontos, pouco abaixo dos 31,0 pontos verificados em dezembro último.

Para o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro Junior, o resultado timido do indicador é reflexo ainda da queda nas concessões de crédito ocorrida no período mais agudo da crise. “Com a renda do brasileiro menor, a análise de crédito tornou-se mais criteriosa para evitar a inadimplência e as concessões caíram ao longo do período mais severo da recessão. Somente agora o crédito começa a recuperar-se, mas é prudente que haja controle e critérios sobre a liberação de crédito por parte das instituições e que o consumidor se mantenha cauteloso antes de se endividar”, afirma Pellizzaro Junior.

Para 51%, contratar crédito é algo difícil; 48% dos que tomaram empréstimo ou financiamento atrasaram parcela em algum momento

No total, apenas 14% dos consumidores consideram a tomada de crédito como algo fácil nos dias de hoje. Para 51%, trata-se de algo dificil, ao passo que 22% consideram regular. “Crédito fácil e sem burocracia pode parecer algo positivo aos olhos do consumidor, mas em muitos casos, a contrapartida dessa agilidade é a cobrança de taxas de juros muito elevadas. O crédito pode ser um aliado do consumidor para aquisição de bens de maior valor, mas se não bem utilizado, pode ser a porta de entrada para o descontrole financeiro” explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Sobre as dificuldades que o mau uso do crédito pode acarretar, o levantamento aponta que 48% dos tomadores de empréstimos e financiamentos atrasaram, em algum momento, parcelas dessa dívida – sendo que 15% ainda possuem prestações pendentes.

23% dos usuários de cartão de crédito caíram no rotativo em janeiro e 41% viram valor da fatura aumentar

O indicador apurado pelo SPC Brasil e pela CNDL também revela que o percentual de consumidores que não pagaram o valor integral da fatura do cartão de crédito oscilou de 28% em dezembro do ano passado para 23% em janeiro deste ano. Desse total, 10% entraram no chamado ‘rotativo não regular’, quando não há nem mesmo o pagamento do mínimo. Já 13% ficaram dentro do ‘rotativo regular’, ou seja, pagaram ao menos o mínimo da fatura. Os consumidores que pagaram o valor total da fatura em janeiro somam 76% dos usuários do cartão.

Os juros cobrados pelos bancos quando o cliente não paga o valor integral da fatura do cartão de crédito são altos e chegam a 387% ao ano, em média, no caso do não regular e, 241% no caso do regular, segundo dados oficiais do Banco Central.

Entre os consumidores que se utilizaram do cartão de crédito no mês de janeiro, 41% aumentaram o valor da fatura nesse período e somente 21% notaram um queda. Para 35% houve estabilidade. Entre os que se lembram o valor que gastaram, a média da fatura encerrada em janeiro foi de R$ 849, cifra ligeiramente abaixo da observada em dezembro último, que era de R$ 966.

A pesquisa ainda mostra que o uso do cartão já não se limita a compra de itens de alto valor, que geralmente precisam ser parcelados. As despesas correntes de todo mês também estão sendo feitas a crédito pelo consumidor brasileiro. Em primeiro lugar ficaram as compras em supermercados, citadas por 59% de seus usuários. Em segundo lugar está a aquisição de remédios, com 45% de menções. Depois aparecem gastos como roupas, calçados e acessórios (34%), combustíveis (32%) e idas para bares e restaurantes (25%).

Mesmo com inflação sob controle, preços elevados fazem 49% planejarem corte de gastos; 40% estão com as contas no ‘zero a zero’

De acordo com os dados do Indicador de Propensão ao Consumo, no último mês de fevereiro, quase a metade (49%) dos consumidores manifestaram a intenção de reduzir gastos no orçamento, contra somente 8% que planejavam aumentar o valor de suas compras. Para 40%, os gastos devem se manter estáveis. Apesar de a inflação estar sob controle, os preços elevados dos produtos (37%) é a principal razão para a contenção de gastos do brasileiro, seguido da busca constante por economizar (25%) e do desemprego (19%).

Entre os produtos que os consumidores pretendem comprar em março, excluindo os itens de supermercado, os remédios lideram a lista (28%), seguido das roupas, calçados e acessórios (19%) e da recarga para celular (18%).

O estado das finanças do consumidor colabora para esse comportamento mais cauteloso. Apenas 18% dos consumidores brasileiros estão com as contas no azul - ou seja, com sobra de recursos para consumir ou fazer investimentos. A maior parte (40%) admite estar no ‘zero a zero’, sem sobra e nem falta de dinheiro, enquanto 38% encontram-se no vermelho e não conseguem pagar todas as contas com a renda que possuem.

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