Clipping - 04/05/2018

CDL de Florianópolis · 

Clipping Diário

Florianópolis, 04 de Maio de 2018

Bom dia, Prezados,
segue o Clipping desta sexta-feira. Desejo a todos uma excelente leitura.


CDL de Florianópolis

SBT: SBT News
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Rádio Jovem Pan: Jornal Local
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CBN: Notícia na Manhã
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Fonte: Hora de Santa Catarina



Geral

Fonte: Notícias do Dia

Casa de Câmara e Cadeia de Florianópolis tem novo prazo de entrega: julho de 2018

Com dois anos de atraso, obra foi paralisada em 2016 e ficou abandonada nove meses. Estragos provocados por invasores, os furtos e descobertas, fizeram a obra passar de R$ 5,9 mi para R$ 7,5 mi

A restauração da antiga Casa de Câmara e Cadeia de Florianópolis, que será a sede do Museu da Cidade, tem um novo prazo de entrega. A reforma, que começou em setembro de 2014 e estava prevista para acabar em março de 2016, deve terminar na primeira quinzena de julho de 2018, segundo o secretário de Cultura, Esporte e Juventude da Capital, Márcio Luiz Alves. Com mais de dois anos de atraso, a obra foi paralisada em 2016 e ficou abandonada durante nove meses. Os estragos provocados por invasores, principalmente usuários de drogas, e pelos furtos, além de outras descobertas, fizeram o custo da restauração passar de R$ 5,9 milhões para R$ 7,5 milhões. O Sesc (Serviço Social do Comércio), que venceu a licitação por R$ 9 milhões para criar o museu, será o responsável pelo espaço.

Para o secretário, a restauração de um patrimônio histórico é uma obra diferente. “Fomos obrigados a fazer um aditivo para refazer a fiação elétrica, que foi furtada durante a paralisação da obra. Em função disso, a obra recomeçou efetivamente somente a partir de outubro de 2017, quando a empresa destinou mais funcionários. O período chuvoso também atrapalhou, em função da construção do anexo. Também descobrimos a pintura original, que estava sob nove camadas de tintas, provavelmente, de outras restaurações”, argumentou.

Além da reforma da antiga Casa de Câmara e Cadeia, a obra também consiste na construção de um anexo atrás da edificação. O ojetivo do anexo é oferecer acessibilidade ao prédio histórico por meio de um elevador e de um acesso lateral. Essa construção, com cerca de 200 m², também abrigará a administração, os banheiros e uma cafeteria. Conforme o secretário, a obra tem cerca de 70% dos recursos financiados pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) e o restante pelo poder público municipal.

O engenheiro da empresa responsável pela restauração, Leonardo Delagnelo, disse que o prédio será pintado novamente, por dentro e por fora. “Estamos acertando pequenos detalhes da Casa de Câmara, mas os trabalhos estão concentrados no anexo. Ainda estamos trabalhando na impermeabilização do telhado e a chuva atrapalha o serviço”, disse.

Atraso prejudica cronograma do Sesc
O contrato de concessão por 20 anos do prédio histórico foi assinado no dia 14 de abril de 2015 por representantes da prefeitura e do Sesc. Mais de três anos depois, a instituição segue à espera da restauração da Casa de Câmara para instalar o Museu da Cidade. “Estamos ansiosos, gostaríamos de abrir o museu o quanto antes, pois será um equipamento cultural fundamental para a cidade”, disse Maria Teresa Picoli, gerente de cultura do Sesc.

Conforme Maria Teresa, nesse período de espera o Sesc já fez os planos museológico e museográfico e as pesquisas de acervo. “Nesse tempo trabalhamos com a comissão de implantação do museu, vendo o que podemos colocar lá, o acervo físico, que é muito importante”, informou.

A demora na conclusão da restauração da Casa de Câmera prejudica o cronograma do Sesc. “Temos uma doação de um grande acervo de peças, mas não podemos receber porque não há onde acomodá-las”, contou.

As licitações para compra de mobiliários e equipamentos estão prontas, mas só serão lançadas após o término da obra. Maria Teresa diz que não há como prever um prazo para abertura do museu. “Temos que receber o prédio, para daí lançar as licitações, contratar pessoal...”, finalizou.


Fonte: Notícias do Dia

STF decide por unanimidade restringir foro especial de parlamentares
Dos 11 magistrados, 7 votaram para que o Supremo julgue apenas crimes relacionados à função parlamentar e durante o mandato

Por unanimidade, o STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quinta-feira (3) restringir o foro especial para deputados federais e senadores. Agora, a corte vai processar e julgar apenas casos em que os crimes tenham sido cometidos em razão do cargo e durante o mandato. Entre os casos que estão no Supremo, cada ministro vai decidir se envia o inquérito para outra instância.

Os magistrados também definiram que os casos que estiverem na fase de intimação para as alegações finais –depois da colheita de provas – o processo não vai mais mudar de instância, mesmo que o político renuncie ao cargo.

Sete dos 11 magistrados votaram para que o Supremo julgue apenas crimes relacionados à função parlamentar e durante o mandato. Esta foi a posição de Luís Roberto Barroso, relator da ação, Marco Aurélio, Rosa Weber, Edson Fachin, Luiz Fux, Celso de Mello e a presidente do tribunal, Cármen Lúcia.

Os outros quatro votaram para que a corte julgue crimes cometidos durante o mandato –independentemente se o delito tem relação com a função parlamentar. A divergência foi aberta por Alexandre de Moraes e seguida por Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes.

Além disso, Toffoli propôs estender a restrição de foro especial a todas as autoridades do país. Segundo ele, a medida atingiria 16 mil casos, incluindo “um número expressivo” de casos relativos a crimes cometidos por prefeitos antes da diplomação. Gilmar Mendes se manifestou a favor.

Hoje o processo tramita de um tribunal a outro, de acordo com o cargo que o investigado ocupa: se ele comete um crime sem ter mandato e depois é eleito deputado federal ou senador, por exemplo, o processo vai da primeira instância para o STF, mas quando deixa o cargo, o caso volta ao outro tribunal.

Essas idas e vindas entre diferentes instâncias da Justiça, apelidadas de "elevador processual", sobrecarregam os tribunais superiores e atrasam o desfecho dos processos, aumentando a chance de os crimes prescreverem (ficarem sem punição), segundo Barroso.

Esta foi a quinta sessão em que os ministros discutiram o alcance do foro especial em um período de um ano.

Gilmar foi o único a votar nesta tarde. Durante duas horas ele fez diversas críticas ao sistema Judiciário e alertou que a restrição do foro não a única medida que pode ser tomada para reduzir a impunidade no país. Ele criticou o tempo de férias dos magistrados.

Moraes concordou: “Se há um culpado, é o sistema brasileiro”.

Gilmar já havia criticado o fim do foro especial nos moldes propostos por Barroso.

“Medidas investigatórias e cautelares, como ficam? Poderia um juiz de primeira instância quebrar sigilo de qualquer um? Se o Supremo entende que pode investigar presidente, poderia mais dos 18 mil juízes do Brasil determinar busca e apreensão no Palácio do Planalto?”, questionou.


Fonte: Notícias do Dia

Contrariando lei estadual, Detran notifica motoristas sobre cassação de carteiras

Alegando inconstitucionalidade da lei, órgão de trânsito cobra infratores com 20 pontos na carteira acumulados em um ano, de 2012 a 2017

A lei 17.403/2017 aprovada no final do ano pas­sado pela Alesc (Assembleia Legislativa de Santa Catarina) e sancionada pelo então governador Rai­mundo Colombo (PSD) determina que a suspensão da CNH (Carteira Nacional de Habilitação) ocorra no mesmo ano em que o motorista acumular 20 pontos. No entanto, o Detran/SC (Departamento Estadual de Trânsito) não acatou a lei. O órgão notifica conduto­res que alcançaram essa pontuação, mas durante o período de cinco anos, entre 2012 a 2017.

O governo do Estado entende que o Detran deve cobrar o infrator no mesmo ano em que acumulou os 20 pontos e, se o órgão de trânsito não fizer isso, essa pontuação teria de ser anulada. Por isso, o au­tor do projeto de lei, deputado estadual Gelson Merí­sio (PSD), já pediu explicações ao Detran.

“Não cabe nem ao Detran nem a nenhum ou­tro órgão do governo descumprir a lei. Isso é crime praticado contra a legislação catarinense”, afirmou Merísio à RICTV Record. Ele disse ainda que, para entrar em vigor, a lei deve ser aprovada na Alesc, sancionada pelo governador e publicada, e os três requisitos foram cumpridos.

Conforme o deputado, quase 1 milhão de moto­ristas notificados de 2011 a 2015 não tiveram apli­cação quando previa a legislação. “Agora, são pe­nalizados de forma dupla, pois já pagaram a multa e não podem ficar com uma espada na cabeça por cinco anos”, criticou.

Por sua vez, o Detran afirma que o número de motoristas no Estado que atingiram os 20 pontos acumulados em 12 meses, entre 2012 e 2017, passa de 600 mil. Segundo o diretor Vanderlei Olívio Ros­so, muitas são infrações gravíssimas e não podem ser abonadas.

Para Merísio, o Detran é um órgão estadual e deve se submeter às leis do Estado. “Se entendem de forma diferente devem buscar vias junto ao Poder Judiciário para declarar a lei inconstitucional, o que não acredito que ocorra porque estamos regulando relações administrativas do Detran com o contri­buinte. Não estamos legislando sobre trânsito, por­tanto a lei tem que ser cumprida e quem não o fizer terá que ser punido criminalmente”, afirmou.

Governo federal alerta MP-SC

Ainda sobre a legislação, o Ministério da Cida­des encaminhou documento ao MP-SC (Ministério Público de Santa Catarina) no dia 22 de janeiro deste ano, falando da inconstitucionalidade da lei 17.403. O ministério mostra ainda que o Contran (Conselho Nacional de Trânsito), órgão máximo normativo e consultivo do sistema nacional de trânsito, editou uma deliberação (163/2017) que dispõe sobre a uni­formização dos procedimentos administrativos para imposição das penalidades de suspensão do direito de dirigir e de cassação da CNH, além de cursos de reciclagem. Dessa forma, a lei estadual estaria ferin­do também o princípio de autonomia do Contran.

Departamento de Trânsito cita inconstitucionalidade

Em ofício encaminhado à PGE (Procuradoria Geral do Estado), Vanderlei Rosso expli­ca que a norma estadual seria mais benéfica com infratores que, por ventura, tenham rece­bido a penalidade próxima do final do ano em questão. Por exemplo, se a pessoa recebe a notificação no dia 30 de dezem­bro, o órgão de trânsito teria apenas até o dia seguinte (31 de dezembro) para instaurar o processo, contrariando a legis­lação vigente que prevê prazo de prescrição de cinco anos (re­solução 182/2005 Contran c/c deliberação nº16/3/2017).

Além disso, o Detran também alega que a lei estadual é incons­titucional por afrontar o artigo 22, inciso 11, da Constituição. O artigo dispõe que compete pri­vativamente à União legislar sobre matéria relacionada ao trânsito e ao transporte e pre­vê que Estados e municípios só poderiam legislar sobre esses te­mas se a União os autorizar por meio de lei complementar. Esse também é o entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal), que já teria se manifestado vá­rias vezes sobre essa discussão.

Gelson Merísio disse que os motoristas podem buscar ajuda por meio judicial, mas que isso não deve ser necessário porque “o Detran deve cumprir a lei”. “É evidente que temos que ter um trânsito seguro, mas a aplicação no tempo correto é a forma de o motorista ter cautela e mais cuidado na condução”, afirmou.


Fonte: Notícias do Dia

INSS paga sexto lote de revisão de benefícios a 778 catarinenses até a próxima terça

Apenas em Santa Catarina, instituto irá desembolsar R$ 15,6 milhões. Quantia abrange cerca de 30 mil benefícios e chega a R$ 662,5 milhões em todo o país

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) iniciou nesta quarta-feira (2) o pagamento do sexto lote de revisões de benefícios. Ao todo, R$ 662,5 milhões serão pagos a 30.417 beneficiários. Em Santa Catarina, 778 pessoas receberão valores, que totalizam R$ 15,6 milhões. Neste lote, as diferenças serão pagas para beneficiários que possuem benefícios ativos (situação em 17/04/2012), com idade até 45 anos e com valores a receber a partir de R$ 15 mil.

Após o recebimento da carta, o beneficiário terá cinco dias úteis para agendar a perícia pela central de atendimento, no telefone 135 - Agência Brasil/divulgação/ND
Em Santa Catarina, 778 pessoas serão beneficiadas - Agência Brasil/divulgação/ND

A revisão é fruto do cumprimento do acordo firmado em agosto de 2012, entre o INSS, o Ministério Público Federal e o Sindicato Nacional dos Aposentados e Pensionistas da Força Sindical, homologado pela Justiça Federal em São Paulo, no âmbito da ACP (Ação Civil Pública).

Seguindo o cronograma de pagamento estabelecido no acordo, o sexto lote de atrasados abrange cerca de 30 mil benefícios das espécies pensão por morte, auxílio doença previdenciário, aposentadoria por invalidez, auxílio acidente previdenciário, auxílio doença por acidente de trabalho, aposentadoria por invalidez por acidente de trabalho, auxílio doença por acidente de trabalho, auxílio acidente e pensão por morte por acidente de trabalho.

A data do pagamento foi definida com base no final do número do benefício. Assim, benefícios com final 1 e 6 têm o crédito disponível desde esta quarta. Aqueles com final 2 e 7 deste esta quinta (3), final 3 e 8 na sexta-feira (4), com final 4 e 9 na segunda-feira (7) e benefícios com final 5 e 0 receberão as diferenças na terça-feira (8). Para os benefícios em que titular faleceu após o processamento da revisão e antes do recebimento do crédito, e dos quais derivaram pensões por morte, serão realizados os pagamentos das diferenças no decorrer do mês de junho de 2018.

Revisão

A revisão abrange o reprocessamento de benefícios pagos pelo instituto e concedidos entre os anos de 2002 e 2009 e decorre da mudança na interpretação do inciso II do Artigo 29 da Lei 8.213 de 1991, que trata da fórmula de cálculo da renda mensal dos benefícios por incapacidade ou pensões por morte deles originadas.

O pagamento dos valores atrasados segue cronograma estabelecido no acordo firmado pelo INSS e será realizado de 2013 até 2022. A revisão foi realizada automaticamente e não é necessário que os beneficiários procurem uma Agência da Previdência Social (APS).

Consulta

O INSS também disponibilizou sistema de consulta ao resultado da revisão aqui no site do Portal do INSS na internet (www.inss.gov.br), pelo Meu INSS (meu.inss.gov.br) e por meio da Central de Atendimento 135, que funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h. Porém, o valor do pagamento não será informado pela Central 135 e pela internet.

Cronograma

O cronograma de pagamento foi definido por meio do acordo da ACP, utilizando critérios de situação do benefício (ativo/cessado), idade dos beneficiários na data da citação (17/04/2012) e a faixa de atrasados.

A prioridade do pagamento será para beneficiários mais idosos, com menores valores e com benefícios ativos.


Fonte: Diário Catarinense

Acesso ao novo aeroporto de Florianópolis ainda não tem data para ficar pronto

Florianópolis corre sério risco de ter um novo terminal de passageiros no Aeroporto Internacional Hercílio Luz sem uma via de acesso adequada. A concessionária Floripa Airport começou em janeiro a obra do prédio com promessa de funcionamento em agosto de 2019. As ligações asfálticas com o espaço são responsabilidade do governo do Estado, que chegou a prometer a conclusão dos trabalhos para 2015. Dos quatro lotes da obra, dois estão em andamento, ambos previstos para serem entregues ainda em 2018. O terceiro, de 1,2 km, aguarda a assinatura da ordem de serviço, sem data. E o quarto e último trecho nem sequer teve a licitação lançada. O governador Eduardo Pinho Moreira (PMDB) prometeu publicar o edital hoje, mas a Secretaria de Estado de Infraestrutura tratou a possibilidade como "possível", não certa. Esse trecho tem 1,4 km e custará R$ 32.340.393,94.

Os dois lotes não iniciados ficam entre o bairro Carianos e a Rodovia Aparício Ramos Cordeiro, nas proximidades do bairro Tapera, no sul da Ilha. Sem essa parte da obra, o Estado precisará de um plano B. Caso contrário, a chegada ao prédio do aeroporto ficará totalmente inviável. Se for mantido o histórico de atrasos dos dois primeiros lotes, uma segunda opção precisa ser viabilizada urgentemente. Um deles deveria ter sido entregue em agosto de 2017: ficou para julho deste ano. Enquanto o outro pulou de março de 2017 para junho de 2018.

No trecho que Pinho Moreira prometeu lançar a licitação nesta sexta-feira, a Secretaria garante terminar os serviços em 10 meses. Em fevereiro, durante coletiva de imprensa, havia falado em um ano, com previsão de lançamento do edital em março passado. O engenheiro Anibal Borin, ouvido pela reportagem do DC, não vê problema no prazo estabelecido pelo Estado, mas faz três ressalvas:

— Uma obra dessas requer projeto final de engenharia, desapropriações totalmente liberadas e recursos garantidos.

Desapropriações são ponto mais frágil

Um desses três pontos citados pelo engenheiro é que preocupa mais os envolvidos na obra: as desapropriações. São 80 a serem feitas. No trecho do acesso entre o Trevo da Seta e o Estádio da Ressacada, por exemplo, mesmo com três anos de serviços há ainda seis desapropriações a serem resolvidas.

— Estamos formando um grupo dentro da procuradoria da Secretaria que vai trabalhar exclusivamente nas desapropriações dos acessos do aeroporto. Já vamos iniciar as tratativas — garantiu o secretário de Estado de Infraestrutura, Paulo França.

A possibilidade de não ter as vias de acesso prontas foi o principal assunto de uma reunião na última sexta-feira durante visita das autoridades à obra do novo terminal. Na ocasião, Pinho Moreira disse que "será um vergonha" se o prazo não for cumprido pelo Estado. Tobias Market, CEO do Floripa Airport, foi direto: "não gostaria de estar falando sobre via de acesso, mas sim sobre o desenvolvimento do aeroporto".

Estado e concessionária evitam falar sobre alternativa

Com o prazo apertado e as obras ainda não iniciadas, cresce a possibilidade de o novo terminal estar em funcionamento sem o acesso concluído. Por isso, nas últimas reuniões entre o Estado, a concessionária e representantes do governo federal, se iniciaram os debates sobre um plano B para substituir o acesso caso eles não fiquem prontos a tempo. Oficialmente, nenhuma das partes confirma essa intenção.

Da parte do governo estadual, o secretário de Infraestrutura, Paulo França, diz que o momento é de foco na agilidade do processo burocrático para liberar as obras:

— Ainda estamos dentro do prazo que estamos enxergando e não houve necessidade de focar no plano B, mas se deixa a discussão sobre eventuais alternativas.

Em nota, a Floripa Airport diz que não estuda um plano B. "Esperamos que o governo do Estado conclua a via de acesso no prazo anunciado, julho de 2019. Da nossa parte, seguimos em ritmo acelerado: atualmente a obra está na fase de colocação de estacas, e nossa meta é inaugurar o novo terminal de passageiros em agosto de 2019".

Duas opções surgem como alternativa para o acesso

Caso a obra do Estado não fique pronta até agosto de 2019, duas opções surgem no tráfego viário do sul da Ilha. Ambas, porém, são de viabilidade complicada. A primeira seria usar o trânsito interno da Base Aérea. Durante a chuva forte de janeiro na Capital, o local foi aberto, já que o tráfego no Rio Tavares teve restrições. Mas para o chefe de comunicação da Base Aérea de Florianópolis, suboficial Ivan José Seelig Júnior, o local não serve como demanda para tanto tempo como seria no caso do novo terminal, mas somente para casos esporádicos. Dentre os motivos, estão a condição da via, o número de veículos e condições de segurança por conta dos pousos e decolagens.

— Abrir a base para esse tráfego, a princípio, não nos foi consultado. Mediante os estudos feitos, não é um atitude viável.

A outra opção está na SC-405, a partir do bairro Rio Tavares até as proximidades do Campeche. Os congestionamentos diários no local e a interminável obra do elevado na região prejudicam essa possibilidade.

A SITUAÇÃO DE CADA LOTE DA OBRA

Lote 1-A - entre o Trevo da Seta e o futuro elevado do Carianos

Com 1,4 quilômetro de extensão, tem obras bastante avançadas. Trata-se da duplicação de uma rodovia já existente. O principal entrave são as desapropriações de casas nas proximidades do Trevo da Seta. Em alguns casos, há judicialização das demandas.

Lote 1-B
Tem 1,1 quilômetro e hoje é a principal preocupação da Floripa Airport, já que as obras sequer começaram. Contorna o loteamento Santos Dumont e enfrentou questionamentos ambientais. A licença federal só saiu em janeiro. A expectativa era de que o edital fosse lançado em março. O Deinfra não forneceu um novo prazo.

Lote 1-C
Tem 1,4 quilômetros e as obras ainda não começaram. A empresa para fazer a obra foi escolhida em fevereiro, porém a segunda colocada entrou com recurso. Esse é o motivo pelo qual a ordem de serviço ainda não foi assinada.

Lote 2-A

Tem 3,7 quilômetros de extensão e está com 96% dos trabalhos executados. Para concluir este trecho, faltam pintura das pistas, sinalização e acabamentos. O governo pretende liberá-lo ao tráfego "em breve". Esse trecho vai ligar os lotes ainda não iniciados até o novo terminal. Nas proximidades do prédio já há asfalto pronto.


Fonte: SPC Brasil

Vendas no Dia das Mães devem movimentar R$ 17 bilhões no comércio, mostram SPC Brasil e CNDL

Cerca de 111,5 milhões de pessoas devem ir às compras. Gasto médio com presentes será de R$ 153. Para 59% dos consumidores, produtos estão mais caros do que em 2017

Segunda data comemorativa mais importante para o varejo em faturamento, o Dia das Mães deve fazer com que 74% dos brasileiros realizem ao menos uma compra no período. Segundo estimativas do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), aproximadamente 111,5 milhões de brasileiros devem presentar alguém neste Dia das Mães, o que deve injetar cerca de 17,05 bilhões de reais nos setores do comércio e serviços.

Embora o percentual de consumidores que devem ir às compras seja elevado, a maior parte dos compradores está receosa para aumentar gastos na comparação com o ano passado, procurando manter o orçamento livre de dívidas. Cerca de 19% dos consumidores entrevistados disseram que têm a intenção de desembolsar mais com os presentes. A maior parte, no entanto (36%), planeja gastar a mesma quantia que em 2017, enquanto 18% pensam em diminuir.

Entre os que pretendem gastar mais, as principais razões são comprar um presente melhor (58%), estar com uma renda melhor este ano (33%) e por acreditar que os presentes estão mais caros (29%). Já entre os que pretendem gastar menos, o fato de estar com o orçamento apertado (48%), querer economizar (27%) e estar desempregado (26%) são os principais motivos.

Gasto médio com Dia das Mães deve ser de R$ 153

O pagamento à vista será o meio mais utilizado pelos consumidores, sendo que em 53% dos casos o pagamento será em dinheiro e em 24%, no cartão de débito. O cartão de crédito parcelado será usado por 28% dos entrevistados. Entre os que dividirão as compras, a média é de quatro prestações por entrevistado.

De acordo com o levantamento, a maioria (44%) dos consumidores deve comprar apenas um único presente. Somente 8% dos entrevistados disseram que iriam comprar quatro ou mais itens.

Considerando a soma de todos os presentes adquiridos, o gasto médio do brasileiro no Dia das Mães deve ser de R$ 152,98. No entanto, praticamente um terço dos entrevistados (34%) estão indecisos e ainda não sabem ou não decidiram o valor que pretendem desembolsar este ano.

A maioria (59%) dos consumidores ouvidos pela pesquisa acredita que os produtos estão mais caros do que em 2017. Por outro lado, 38% consideram que os presentes estão na mesma faixa de preço e somente 2% acreditam que os produtos estão mais baratos.

Quatro em cada cinco entrevistados (83%) pretendem comprar o presente pagando sozinhos, 8% pretendem dividir o valor integral com outras pessoas e 4% afirmam que vão pagar sozinhos parte do presente, porém o restante será rateado com outras pessoas. A maior parte dos que vão dividir (44%) afirma que vai presentear juntamente com os irmãos, 24% com o cônjuge ou companheiro, 22% com outros familiares e 18% vão dividir com o pai.

Shopping será o principal local de compra. Roupas e perfumes lideram a preferência dos presentes

Neste ano, os produtos mais procurados serão as roupas (42%), perfumes (36%), calçados (23%) e cosméticos (21%). Questionados sobre o principal fator que os entrevistados levam em consideração na hora de comprar o presente, 27% elegeram a qualidade do presente, 21% priorizam o perfil da presenteada, 16% o desejo da presenteada e 13% o preço do presente. A própria mãe (79%) será a mais presenteada, como também as esposas (23%) e as sogras (19%).

Quanto aos locais de compras, os shopping centers são os destaques, com preferência para a compra da maioria dos presentes de 36% dos entrevistados. Na sequência aparecem as lojas virtuais (29%), os shoppings populares (19%), as lojas de rua/bairro (17%) e as lojas de departamento (17%). Para escolher o local, os fatores mais decisivos são o preço (56%), as promoções e descontos (43%), a qualidade dos produtos ofertados (42%) e a diversidade de produtos (25%).

O velho hábito de deixar tudo para a última hora também aparece nas respostas dos entrevistados. Cerca de 12% dos compradores acham que vão realizar as compras nas vésperas do Dia das Mães. Os que vão fazer as compras no início de maio representam 46% das pessoas ouvidas. A celebração será principalmente na casa da mãe (46%) e 27% comemorarão em suas próprias casas.

80% pretendem fazer pesquisa de preço antes de comprar

Perguntados se pretendem fazer pesquisa de preço antes de irem às compras, a maioria dos entrevistados (80%) afirma que sim, já 14% não pretendem, seja porque vão comprar nos estabelecimentos que já têm costume (6%), por gostarem de comprar o que veem e agrada (6%) ou por não terem tempo (2%).

Entre os que costumam fazer pesquisa de preços, a maioria (73%) utiliza sites na internet. Já 50% procuram os melhores preços em lojas de shopping, 46% em lojas de rua e 28% utilizam aplicativos de oferta.

Levando em consideração somente os que costumam pesquisar preços na internet, 72% recorrem ao Google, 51% utilizam sites de comparação de preços e 43% pesquisam nos mais variados sites de varejistas.

A pesquisa sinaliza que muitos dos consumidores que pretendem comprar presentes já extrapolaram o limite das suas finanças. Cerca de 36% dos entrevistados declararam ter atualmente alguma conta em atraso e 20% costumam gastar mais do que podem para presentear no Dia das Mães. Outros 5% pretendem deixar de pagar alguma conta para comprar o presente. A pesquisa mostra que dos 60% de consumidores que compraram presentes para o Dia das Mães em 2017, 21% ficaram com o nome sujo por causa dessas compras.

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