Clipping - 03/04/2018

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Geral

Fonte: Diário Catarinense - Moacir Pereira

Manifesto de federações empresariais pede prisão de Lula

Federações empresariais de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul lançaram manifesto externando confiança nas instituições, em especial na Justiça, e pedindo respeito à Constituição. Fazem referência expressa à sessão de amanhã do Supremo Tribunal Federal que julgará o habeas corpus de Lula. Na prática, pedem a prisão do ex-presidente, por sua condenação em segunda instância, em dois julgamentos do Tribunal Regional Federal de Porto Alegre.

O “Manifesto das Federações Empresariais do Sul do Brasil” é assinado pelas Federações das Indústrias (Fiesc, Fiep e Fiergs), do Comércio (Fecomércio/SC, Fecomércio/PR e Fecomércio/RS), da Agricultura (Faesc, Faep e Farsul), dos Transportes (Fetrancesc e Fetranspar), das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL/SC e FCDL/RS), das Associações Empresariais (Facisc e Faciap), além da Associação Comercial do Paraná (ACP) e da Federação e Organização das Cooperativas do Paraná (Fecoopar).

O documento vem se somar ao abaixo-assinado de juízes e procuradores que também pede a manutenção da prisão após julgamento em segunda instância, e que já conta com mais de 5 mil subscrições. A íntegra é a seguinte:

“No dia 4/4 o Supremo Tribunal Federal (STF) dará prosseguimento ao julgamento do habeas corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em razão de condenação unânime, em 2ª Instância (TRF 4ª Região) por crime de corrupção, em histórico e exemplar julgamento.

As entidades que subscrevem este manifesto, representando o setor produtivo e a comunidade empresarial do Sul do Brasil (Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná), registram sua confiança nas instituições, em especial na Justiça, na certeza de que, em respeito à sociedade brasileira, prevalecerá o princípio constitucional de que todos são iguais perante a lei e devem assumir as responsabilidades por seus atos, como exemplo para esta e as futuras gerações, que merecem um Brasil mais justo e ético.”


Fonte: Diário Catarinense

Florianópolis tem 9,68 médicos para cada mil habitantes, no restante de SC taxa é de 1,72

Florianópolis tem 9,68 médicos para cada mil habitantes, no restante de SC taxa é de 1,72 Betina

Uma pesquisa divulgada em março escancarou uma realidade catarinense: a diferença da quantidade de médicos que atuam em Florianópolis e no restante do Estado. Enquanto a Capital tem uma taxa de 9,68 médicos para cada mil habitantes – a segunda maior do país –, nas outras cidades a média cai para apenas 1,72. Florianópolis concentra 29% dos 15,8 mil médicos que atuam em Santa Catarina. Os dados fazem parte da pesquisa Demografia Médica 2018, realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), com o apoio do Conselho Federal de Medicina (CFM) e do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp).

Diversos fatores explicam a má distribuição dos profissionais em SC, mas o principal seria a falta de estrutura em algumas regiões. O presidente do Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina (CRM-SC), Nelson Grisard, acrescenta que, além da falta de hospitais equipados em todo Estado, a concentração de médicos em Florianópolis começou com o curso de Medicina na cidade e pelo fato de a Capital contar com mais clínicas especializadas que agregam tecnologia, um prato cheio para atrair profissionais.

A qualidade de vida também seduz. Apesar de não ter números por cidades, a coordenadora do curso de Medicina da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), Rosalie Knoll, acredita que as cidades litorâneas de modo geral têm mais médicos do que regiões como Oeste, por disporem de boa infraestrutura e opções de lazer.

Para Rosalie, a saída para redistribuir os profissionais seria oferecer salários maiores nos pequenos centros. Além disso, são necessárias políticas públicas, reforça o presidente do Sindicato dos Médicos do Estado, Vânio Cardoso Lisboa:

— O governo precisa fazer políticas de interiorização da saúde. Estou falando de hospitais bem equipados também no interior e de concursos públicos para que profissionais atuem nesses locais.

Apesar de reconhecerem a disparidade, as entidades médicas consideram que o Estado tem média geral adequada, que se equipara a países mais desenvolvidos. Em 2015, eram 2,07 médicos a cada mil habitantes, agora são 2,26. No país, a taxa é de 2,18. A Organização Mundial da Saúde considera que um médico para cada mil habitantes é uma taxa razoável para atender a população. Para Grisard, além da quantidade, é fundamental pensar na qualidade na formação dos profissionais:

— Não podemos ter esse número de escolas de Medicina. Nascem menos crianças e estamos fazendo mais médicos. Precisamos de qualidade. Mais cursos não é a solução, e sim melhorar o local de trabalho para que o médico possa fazer mais coisas.

Santa Catarina tem terceira maior taxa de especialistas do país

Há sete anos, a médica geneticista Louise Lapagesse de Camargo Pinto se mudou para Florianópolis para atuar no Hospital Infantil Joana de Gusmão. Ali, com outra especialista, realiza por mês cerca de 200 atendimentos de pacientes com transtorno de espectro autista, com síndrome de Down, fibrose cística, além de outras doenças genéticas raras. Também dá aulas de genética na Unisul e atende bebês com má-formação na Maternidade Carmela Dutra.

A rotina atribulada tem explicação: são apenas cinco médicos com essa especialidade atuando no Estado, segundo a pesquisa. Louise acredita que o fato de muitos cursos não ofertarem a disciplina de genética médica explica a baixa procura pela especialidade por parte dos recém-formados:

— Se os alunos não tiverem contato com a área, eles não vão querer.

Na outra ponta, especialidades como clínica médica, pediatria e cirurgia geral concentram o maior número de profissionais. A demanda do mercado e a oferta de vagas de residência justificam esse cenário.

— A tendência no Brasil é os jovens que saem das universidades irem para especialidades. Abriram muitas vagas para residências, principalmente na área de clínica médica, ginecologia e pediatria – ressalta a coordenadora do curso de Medicina da Univali, Rosalie Knoll.

Os dados também refletem isso. Dos 15.838 médicos que atuam em SC, 69,1% são especialistas e 30,9%, generalistas, o que dá uma razão de 2,24 especialistas para cada generalista – terceira maior taxa do país. Ainda assim, as entidades apontam que faltam alguns profissionais em áreas como pediatria, neurologia e ortopedia.

Outro ponto da pesquisa é em relação a homens e mulheres. Santa Catarina é o quarto Estado com maior proporção de homens médicos, com 61,2%. Mas o equilíbrio pode ocorrer em poucos anos, acredita a coordenadora do curso de Medicina da Univali, porque dentro de sala de aula, muitas vezes, elas são maioria.


Fonte: Diário Catarinense

Atos contra e pró Lula estão marcados para esta semana em Santa Catarina

Essa semana será marcada por atos contra e pró o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e também contra a corrupção. Os protestos vão ocorrer não apenas em Santa Catarina, mas também em outros 19 Estados brasileiros e no exterior. As manifestações são organizadas, principalmente, pelos grupos Frente Brasil Popular e pelo movimento Vem Pra Rua.

Nesta terça-feira, ao menos 11 cidades catarinenses devem ser palco de protestos contrários ao ex-presidente, entre elas Blumenau, Brusque, Itajaí, Chapecó, Criciúma, Jaraguá do Sul, Joinville, Lages, Mafra, Timbó e também em Florianópolis. Na capital a concentração será no trapiche da Beira-Mar Norte, às 18h30min. Nas demais cidades os atos estão previstos para começar entre 18h e 18h30min em pontos específicos de cada municípios. Conforme a assessoria do Vem Pra Rua, pelo menos outras 85 cidades em 19 Estados devem registrar manifestos. No exterior, brasileiros também podem se reunir e protestar contra a corrupção em cidades dos Estados Unidos, Inglaterra, Itália e Chile.

Já na quarta-feira o dia será das manifestações em defesa da liberdade e da participação do ex-presidente nas eleições deste ano. Organizados pela Frente Brasil Popular, em Santa Catarina o ato está marcado para ocorrer às 13h em Florianópolis, no entorno da Justiça Federal, na Beira-Mar Norte. Não foram informados manifestações em outras cidades catarinenses. No entanto, na página do Facebook, estão anunciadas ações em outras 13 capitais, entre elas Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

É também na quarta-feira, que a Corte deve analisar em plenário o mérito do habeas corpus pedido pela defesa de Lula, condenado a 12 anos e um mês de prisão pelo Tribunal Regional Federal da 4ª região (TRF-4). Na Justiça Federal, o ex-presidente já teve seus recursos negados em segunda instância. Atualmente, Lula segue em liberdade por conta de um salvo-conduto concedido pelos ministros do Supremo.


Fonte: Diário Catarinense

Tribunal da Lava Jato decide que MPF pode pedir indenização a empreiteira

O Ministério Público Federal (MPF) poderá pedir indenização por danos morais coletivos e ressarcimento ao erário em ação de improbidade administrativa contra a Galvão Engenharia, a Galvão Participações e os executivos das empresas envolvidas em suposto pagamento de propinas nos autos da Operação Lava Jato. Os desembargadores da 4ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4) deram provimento no dia 14 de março, por maioria, a recurso do MPF.

A Procuradoria apelou ao tribunal, após a .ª Vara Federal de Curitiba considerar "inadequado" o uso da ação de improbidade administrativa para pedir ressarcimento de dano ao erário e dano moral coletivo.

Conforme a decisão de primeira instância, a propina teria sido paga pela empreiteira e não por recursos públicos, "não havendo o alegado dano ao erário".

Quanto aos danos morais coletivos, o Juízo de primeiro grau entendeu que a lei de improbidade administrativa "não contém entre as penas previstas o pedido de indenização por danos morais coletivos".

Segundo a relatora no tribunal, desembargadora federal Vivian Josete Pantaleão Caminha, "não se pode descartar a possibilidade de o valor da propina paga pelas empreiteiras estar embutido nos preços dos contratos nos quais houve desvio de recursos públicos com o superfaturamento das obras".

Vivian anotou que "as rés, ao fraudar licitações, impediram negociações mais benéficas entre a Petrobrás e outras empresas do ramo". Em relação aos danos morais, para a desembargadora, a ação de improbidade administrativa é a via adequada para reparar integralmente os danos causados, incluindo o dano moral envolvendo interesses ou direitos difusos e coletivos.

"A existência de fortes indícios da prática de atos ímprobos pelas agravadas enseja a aplicação do princípio do in dubio pro societate e da máxima de que a fraude à licitação e, por consequência, à contratação pelo Poder Público dá ensejo ao denominado dano in re ipsa (dano moral presumido)", concluiu a magistrada.

Defesas

A reportagem não havia localizado a defesa da Galvão Engenharia e da Galvão Participações até a publicação desta matéria. O espaço está aberto para manifestações.


Fonte: SPC Brasil

Apenas 44% dos brasileiros falam com frequência sobre dinheiro dentro de casa, aponta estudo do SPC Brasil e CNDL

57% dos consumidores reconhecem que há membro da família que prejudica orçamento doméstico; 48% dos casais brigam por causa de dinheiro e dois em cada dez acham que cônjuge tenta controlar suas compras

Dinheiro ainda é um tabu no ambiente familiar. Em muitos casos, ele só vira tema de conversa quando se transforma em um problema dentro de casa. Um levantamento realizado em todas as capitais pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) aponta que somente 44% dos brasileiros falam frequentemente sobre dinheiro com os membros da família, ao passo que 39% só entram nesse assunto quando a situação financeira já não é boa ou imaginam que pode surgir um problema. Os que não costumam conversar sobre a gestão do orçamento com os moradores da residência somam 18% dos consumidores.

Na opinião do educador financeiro do portal ‘Meu Bolso Feliz’, José Vignoli, falar naturalmente sobre o orçamento da casa é o primeiro passo para evitar problemas financeiros e também para traçar metas. “Famílias são grupos complexos, pois cada indivíduo pode ter necessidades, gostos e hábitos diferentes, e quando não há diálogo, a tendência é que surjam divergências e despesas que extrapolam o orçamento. A honestidade e a clareza são muito importantes e as conversas sobre dinheiro precisam ser regulares, diz o educador.

Em 33% dos lares, despesas ficam concentradas em apenas um morador; 57% reconhecem que algum membro da família prejudica finanças da casa

O levantamento também descobriu que em parte significativa dos lares brasileiros não há uma divisão para o pagamento de contas entre os membros da casa: em 33% dos casos apenas um morador é responsável por arcar sozinho com todas as despesas da residência. Para 20%, as contas são divididas igualmente entre os moradores que possuem renda e para 17%, os compromissos são divididos de acordo com o salário de cada um.

De modo geral, 23% dos brasileiros disseram que os gastos familiares não são discutidos entre os membros da família, sendo que a decisão final cabe a apenas um morador ou, então, cada pessoa gasta seus recursos conforme sua própria necessidade. Para 52% as decisões sobre o que comprar são sempre tomadas em conjunto.

Para um quarto (25%) dos entrevistados, nunca há sobras no orçamento familiar, fazendo com que o dinheiro seja sempre direcionado para o pagamento de contas e compromissos fundamentais. Em 20% dos casos, quando há sobras, esse recurso fica guardado para gastos do mês seguinte.

A pesquisa revela ainda que, muitas vezes, o excesso de gastos de membros da família prejudica a saúde do orçamento da residência. Em cada dez brasileiros que residem com outros familiares, seis (57%) admitem que há moradores na casa que prejudicam o orçamento da família, percentual que aumenta para 62% entre as famílias das classes C, D e E. De acordo com o levantamento, as pessoas que mais criam problemas para a gestão das finanças da casa são o próprio entrevistado (20%), o cônjuge (15%) e os filhos (12%).

48% dos brasileiros casados brigam por causa do dinheiro. Gastos excessivos e discordância entre prioridades são principais causas

Para pessoas casadas ou que vivem em união estável, o tema dinheiro pode ser ainda mais delicado, especialmente se não houver um diálogo franco e transparente entre as partes. De acordo com a pesquisa, 48% dos consumidores que vivem com o companheiro já brigaram com a esposa ou o marido por causa de dinheiro, sendo que em 9% dos casos essa é uma atitude que acontece com frequência. Outros 52% disseram nunca ter vivenciado essa situação.

Os principais motivos para o conflito entre os casais são o fato de o companheiro gastar além das condições financeiras (46%), discordâncias entre prioridade de gastos dentro de casa (32%) e atraso no pagamento das contas (28%). Há ainda, 28% de entrevistados que citam a dificuldade em formar uma reserva financeira por gastar tudo o que ganha e 21% que mencionam a rigidez do companheiro no controle dos gastos.

De modo geral, 46% dos entrevistados acreditam que eles próprios são os que tem mais cuidado com o controle das finanças em casa, para 26% é o cônjuge e 27% consideram que os dois são controlados.

“Viver de forma saudável com outra pessoa requer compartilhar sonhos, expectativas e planos diversos, sem, necessariamente, ter de abrir mão de um certo grau de individualidade. É um exercício complexo e cada casal deve encontrar o melhor arranjo para sua realidade sobre os gastos pessoais e da família, com maior ou menor possiblidade de abertura”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Dois em cada dez casados acham que cônjuge tenta controlar sua vida financeira. Apenas 52% contam ao companheiro sobre todas as compras que faz

De acordo com a pesquisa, 23% dos casados têm a sensação de que o cônjuge fica incomodado com a forma com que eles gastam o dinheiro e 17% acham que a esposa ou o marido controla suas compras. O mesmo estudo identificou que 11% dos entrevistados não sabem o salário do cônjuge e 26% desconhecem se ele possui alguma reserva financeira.

Diante dessa dificuldade que muitos casais enfrentam para compartilhar decisões da vida financeira, 22% dos entrevistados disseram que não dividem com o cônjuge informações sobre suas contas particulares e 43% não falam sobre todas as compras que realizam. Outros 4% não dão qualquer satisfação sobre o que compram, enquanto 52% disseram ser totalmente transparentes nesse sentido. “Muitas pessoas não estão dispostas a revelar para o parceiro ou familiares todas as informações a respeito das despesas mensais para evitar, de certo modo, interferências na forma como gastam seu dinheiro”, afirma a economista Marcela Kawauti.

Homens omitem mais saídas para bares e restaurantes e mulheres compras de acessórios; 32% dos casais não planejam finanças

Os tipos de compras que os entrevistados mais ‘escondem’ do marido ou da esposa são roupas (45%), acessórios, como bolsas, bijuterias etc (29%), maquiagens, perfumes e cremes (28%) e calçados (25%). Na comparação entre gêneros, as idas para bares, restaurantes e cinema são as compras mais omitidas entre os homens (33%, contra 9% entre as mulheres), enquanto compras de acessórios se destacam no universo feminino (44%, contra 5% entre os homens).

As justificativas para omitir compras do parceiro revelam uma preocupação em preservar a individualidade ao mesmo tempo em que alguns tentam evitar desentendimentos. Entre aqueles que não contam ao cônjuge sobre todas as compras que faz, a principal (25%) justificativa é considerar que o casal possui prioridades diferentes e, portanto, tentam conciliar interesses da família com desejos pessoais. Já 22% afirmaram que a esposa ou o marido não compreende suas necessidades e, por isso, não abrem mão de suas vontades pessoais. O mesmo percentual de 22% omite determinadas compras para evitar brigas.

Além de manter informações financeiras em segredo, muitos casais não se preparam para o futuro. Quase um terço (32%) dos brasileiros que vivem com o companheiro disse não ter um planejamento financeiro para o casal nos próximos cinco anos. E levando em conta os 68% que possuem planos, 30% não fazem nada de concreto para atingir a meta estabelecida com o companheiro.

“Quando a visão sobre o dinheiro e o modo de conduzir as finanças entre o casal é muito diferente, divergências podem surgir. Mas isso não significa que são questões insolucionáveis. Um bom planejamento matrimonial pode incluir objetivos e personalidades diversos. Isso exige diálogo aberto e cooperação para que ambos caminhem na mesma direção”, explica o educador Vignoli.

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