Clipping - 01/02/2018

CDL de Florianópolis

Ric Record: Balanço Geral
Pauta: Revitalização Conselheiro Mafra
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CBN: Notícia na Manhã
Pauta: Cobrança de coleta de lixo
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Guaruja: Conexão Guarujá
Pauta: Cobrança de coleta de lixo
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Geral

Fonte: Notícias do Dia

Estaqueamento do trapiche do João Paulo, em Florianópolis, está quase pela metade

Segundo o engenheiro Rafael Hahne, da Secretaria de Infraestrutura da Capital, a previsão é de que a construção termine até o dia 22 de julho deste ano

A colônia de pescadores do bairro João Paulo acompanha de perto a construção do trapiche que atenderá uma das demandas da comunidade. Segundo o engenheiro Rafael Hahne, da Secretaria de Infraestrutura da Capital e fiscal da obra, o trabalho de estaqueamento está quase pela metade. Sem uma ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) na região, a praia recebe boa parte dos dejetos que formaram um lodo nos últimos 20 anos. Em função disso, os pescadores têm dificuldade para empurrar as embarcações lotadas de peixes até a areia. A previsão é de que o trapiche fique pronto até 22 de julho de 2018.

A obra começou no dia 26 de setembro de 2017 pelo valor de R$ 2,7 milhões. O projeto prevê a construção de um trapiche com 210 metros de extensão. “Para quem espera pela obra há duas décadas, cada estaca que colocam é uma estrela para a comunidade. Isso porque a pesca é a única fonte de renda de várias famílias e o complemento de renda para outras. Hoje, a pesca representa 60% da minha renda”, contou o militar aposentado Aguinaldo Silva, 47.

O presidente da Associação dos Pescadores Amadores e Profissionais da praia do João Paulo, Itacorubi e Saco Grande, Silvani Ferreira, explica que 44 famílias vivem exclusivamente da pesca e outras 47 exercem outras atividades além da atividade pesqueira. Atualmente, a Itajaí Concretil Construções já instalou 14 fileiras de estacas. Elas estão à distância de seis metros cada, com uma largura de três metros.

Com a obra em andamento, os pescadores já pensam em montar uma cooperativa. “Como estamos acompanhando a realização de um sonho com a construção do trapiche, que também será uma área de lazer e de novas oportunidades de serviços para a comunidade como passeios marítimos, também queremos colocar em prática nosso projeto de criar uma cooperativa para venda dos pescados. A intenção é ocupar um terreno da SPU [Secretaria do Patrimônio da União] cedido ao município na servidão Nonô”, contou Silvani.

Superestrutura, que é a plataforma com vigas e a laje, já começou a ser construída

O fiscal da obra, engenheiro Rafael Hahne, explicou que a fase mais difícil da obra já passou. Ele disse que a construção teve uma pequena dificuldade no início em função da oscilação da maré. Como as estacas que dependiam dessa situação já foram colocadas, devido à balsa bate estaca, o serviço deve deslanchar nos próximos meses.

A obra deve mudar de visual daqui a 45 dias. “A empresa começou a construir a superestrutura, que é a plataforma com as vigas e a laje. Ela deve ficar pronta de 30 a 45 dias e, a partir daí, a montagem é bem rápida. O importante é que a comunidade está acompanhando a obra de perto e percebendo as dificuldades e os avanços”, disse o engenheiro.


Fonte: Notícias do Dia

Ministério Público do Trabalho processa Comcap em R$ 8 milhões por jornadas exaustivas

Empresa responsável pela coleta do lixo em Florianópolis também é acusada de não reabilitar empregados lesionados e fazer demissões discriminatórias

O MPT-SC (Ministério Público do Trabalho em Santa Catarina) ajuizou ação civil pública contra a Comcap (Autarquia de Melhoramentos da Capital), diretor da autarquia e município de Florianópolis, com pedido de indenização por danos morais coletivos em valor não inferior a R$ 8 milhões.

Segundo o MPT-SC, em inquéritos civis conduzidos pelos procuradores Keilor Heverton Mignone e Sandro Sardá ficou comprovado jornadas de até 15 horas e 30 minutos feitas por garis na coleta de resíduos sólidos, principalmente na alta temporada de verão, entre outras irregularidades.

O MPT-SC ainda afirma que a empresa também se nega a realizar readaptação funcional dos empregados que foram vítimas de acidentes de trabalho, faz demissões discriminatórias, prorroga jornadas em atividades insalubres e não observa a redução da hora noturna.

O último inquérito foi instaurado em razão de decisão do TRT da 12ª Região, que reconheceu a submissão de empregados da Comcap a jornadas exaustivas.
Nas investigações chamou a atenção dos procuradores os acidentes laborais e doenças ocupacionais registrados entre os empregados da companhia. De acordo com o MPT-SC, centenas de trabalhadores adoecidos vivem de benefícios do INSS.

A assessoria de comunicação da Comcap informou que a empresa foi citada somente nesta terça-feira (30) e vai se pronunciar sobre a ação civil pública ainda nesta sexta (2). "O objeto refere-se a anos anteriores à atual administração e muitos procedimentos já foram reorganizados" explica a assessora da autarquia, Adriana Baldissarelli.

Demissões discriminatórias

Nas audiências realizadas no MPT com diretores da Comcap também participou a chefe da seção de saúde do trabalhador do INSS, Priscilla Lioi. Em relatório enviado ao órgão, ela afirma que o INSS revela a conduta discriminatória da empresa com a demissão dos empregados que necessitavam de reabilitação funcional.

No documento a perita informa que, em resposta aos ofícios do INSS solicitando a reabilitação dos garis, a Comcap se limitou a informar que diversos empregados não concluíram o período de experiência e não eram efetivos, configurando-se demissões discriminatórias.

Segundo o Procurador do Trabalho Sandro Sardá, pelo que foi apurado ao longo das investigações, a Comcap adota formas inadequadas de organização do trabalho. “Diante de tantas ilegalidades e da negativa em firmar termo de ajuste de conduta, não restou outra solução jurídica ao MPT senão processar a empresa, seu diretor presidente e o município de Florianópolis, pelas graves violações aos direitos fundamentais dos trabalhadores”.


Fonte: Notícias do Dia

Florianópolis recebe R$ 12 milhões para recuperar a cidade após chuvas de janeiro

Recurso federal foi assinado pelo ministro Helder Barbalho na manhã desta quarta-feira

Depois de um janeiro chuvoso, Florianópolis termina o mês com uma boa notícia para a recuperação da cidade. Na manhã dessa quarta-feira (31), o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, assinou o repasse de R$ 12 milhões de reais para o planejamento de trabalho na Capital.

O prefeito de Florianópolis Gean Loureiro recebeu Barbalho em seu gabinete e disse que o recurso federal será aplicado na reconstrução de 20 ruas, custos com maquinários, recuperação de encostas e nove pontes (5 em Ratones, 2 Vargem Grande, 1 Monte Verde e uma galeria pluvial na Vargem Pequena) da cidade que precisam se reconstruídas.

“O cheque ficou mais gordo, pois haviam confirmado o valor de R$ 10 milhões e hoje conquistamos mais R$ 2 milhões. Isso é sinônimo de que teremos condições de reestabelecer a normalidade da nossa cidade”, disse o prefeito.

Barbalho ressaltou o compromisso com Florianópolis e com todo o Estado, lembrando que em 2017 foram repassados R$ 70 milhões de recursos federais a Santa Catarina relacionados às pautas da Defesa Civil. “Acabo de acionar o pessoal em Brasília para que atualizem o valor que era de R$ 10 milhões e passou para R$ 12 milhões. Pedi que já façam um empenho só”, comenta o Ministro.

O recurso foi disponibilizado com base no plano de trabalho apresentado pela Defesa Civil municipal após as fortes chuvas que atingiram o município em janeiro deste ano. Conforme dados da prefeitura, Gean decretou situação de emergência no dia 11 de janeiro, após mais de 200 ruas terem sido afetadas com as fortes chuvas, 84 ruas danificadas e 35 completamente destruídas. Foram 355 pessoas desabrigadas e 3,5 mil desalojadas. Duas pessoas morreram na Capital em decorrência das chuvas. Cerca de 16 mil famílias poderão contar com o saque do Fundo de Garantia viabilizado em parceria com a Prefeitura de Florianópolis e Caixa Econômica Federal.

Barbalho elogiou a força-tarefa realizada em Florianópolis para que a normalidade fosse recuperada. “Me solidarizo com a cidade e parabenizo o prefeito Loureiro e as equipes de trabalho, pois tomaram as providências necessárias, no momento exato. A condução das ações foram muito bem realizadas. Tenho que certeza aos poucos vamos recuperando essa linda cidade e atenuando as marcas deixada pela chuvarada desse janeiro”, enfatizou Barbalho.


Fonte: Diário Catarinense

Confiança empresarial sobe 1,5 ponto em janeiro ante dezembro, revela FGV

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) avançou 1,5 ponto em janeiro de 2018 ante dezembro de 2017, alcançando 94,9 pontos, informou na manhã desta quinta-feira, dia 1º, a Fundação Getulio Vargas (FGV). Após a sétima alta consecutiva, o índice alcançou o maior nível desde abril de 2014, quando estava em 95,5 pontos.

"A confiança empresarial inicia o ano em alta e com sinais favoráveis à continuidade da recuperação da economia brasileira. Há expressiva disseminação setorial da alta e melhora das avaliações sobre a situação atual. Do ponto de vista das expectativas, destacam-se as melhores perspectivas para contratações, com destaque para o retardatário setor da Construção, que ainda não está contratando mas já tende à estabilização do total pessoal ocupado", avaliou Aloisio Campelo Junior, superintendente de Estatísticas Públicas do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

O Índice de Confiança Empresarial reúne os dados das sondagens da Indústria de Transformação, Serviços, Comércio e Construção. O cálculo leva em conta os pesos proporcionais à participação na economia dos setores investigados, com base em informações extraídas das pesquisas estruturais anuais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a FGV, o objetivo é que ICE permita uma avaliação mais consistente sobre o ritmo da atividade econômica.

Em janeiro, o Índice da Situação Atual (ISA-E) subiu 0,8 ponto, para 88,7 pontos, maior nível desde agosto de 2014. Já o Índice de Expectativas (IE-E) avançou 0,2 ponto, para 99,5 pontos, o patamar mais elevado desde dezembro de 2013.

A confiança empresarial avançou em três dos quatro setores que integram o ICE. A maior contribuição para a alta do índice em janeiro foi do setor de Serviços (1,2 ponto) seguida pelos setores da Construção (0,2 ponto) e Comércio (0,1 ponto). A confiança industrial ficou estável no mês.

Houve melhora na confiança em 76% dos 49 segmentos pesquisados no primeiro mês do ano. A coleta do Índice de Confiança Empresarial reuniu informações de 4.946 empresas dos quatro setores entre os dias 2 e 26 de janeiro.


Fonte: Diário Catarinense

Estado promete assumir responsabilidade de atender imigrantes em Santa Catarina

O terremoto que atingiu o Haiti, na América Central, em 2010, mudou o rumo do casal Anel Brifil, 34 anos, e Locimene Joseph, 41, que tinha casa própria na capital Porto Príncipe, emprego e possibilidade de estudo. Da tragédia restou apenas a esperança e a vontade de recomeçar. A primeira tentativa foi na vizinha República Dominicana, onde viveram por quatro anos. Sem perspectiva de estabilidade no Caribe, o casal mirou o Brasil.

Os Brifil chegaram a Florianópolis em 2015. Eles compõem os 49,8 mil estrangeiros residentes em Santa Catarina com registro ativo, segundo o Sistema Nacional de Cadastramento e Registro de Estrangeiros (Sincre). O dado foi atualizado em 24 deste mês, segundo a Polícia Federal. Do total, 44,7 mil são estrangeiros permanentes, 4,4 mil são temporários, 476 fronteiriços, 139 refugiados e 46 em condições adversas.

Quando o casal chegou a solo catarinense, o único órgão que oferecia atendimento e ajudava a regularizar a documentação dos estrangeiros era a Pastoral do Migrante da Arquidiocese de Florianópolis. A igreja prestou esse serviço voluntariamente nos últimos 20 anos, não só na Capital, mas em outras cidades com apoio de voluntários. Mas, a partir desta quinta-feira (01), o serviço ganha reforço do Centro de Referência e Atendimento para Imigrantes (Crai), que será inaugurado às 10h na rua Rua Tenente Silveira, no Centro da Capital. O apoio estará disponível a todos os imigrantes que residem ou chegam a Santa Catarina.

A Secretaria de Estado da Assistência Social entrará com o recurso financeiro, que, por enquanto, está garantido apenas para este ano (R$ 300 mil), embora o contrato estime um total de R$ 764 mil para dois anos. O espaço físico foi cedido pela Secretaria de Segurança Pública.

Os serviços continuam sendo prestados pelo braço social da igreja, por meio da Ação Social Arquidiocesana (ASA) — entidade que venceu licitação do Estado, cujo processo não teve concorrente. O convênio foi assinado em setembro de 2016.

Como já tem experiência na atividade, com o recurso, a ASA poderá qualificar o serviço. Seis profissionais especializados no tema foram selecionados no ano passado, mas eles só começam a atuar depois que o dinheiro for depositado. Se a primeira parcela for paga nesta semana, a ideia pretende começar o serviço até segunda-feira.

Serviço custará R$ 300 mil ao ano

O secretário de Estado da Assistência Social, Valmir Comin, diz que está providenciando a liberação do recurso por vias manuais, uma vez que o sistema do governo ainda não foi aberto. Nesta quarta (31) foram liberados pouco mais de R$ 80 mil, quantia que dá para manter três meses do serviço.

— Está garantido no contrato, vamos creditar 12,5% agora e vamos disponibilizar os R$ 300 mil para o ano — afirmou o secretário.

Depois que o Crai engrenar, a Pastoral do Migrante não atuará mais com documentação e terá tempo para se dedicar àquilo que é a sua expertise: o acolhimento.

— As pessoas normalmente migram por causa da miséria, por perseguições (política, religiosa ou racial) e por problemas climáticos. Lamentavelmente, enfrentam a discriminação. O objetivo da pastoral é inserir o imigrante na nova realidade do país anfitrião — destacou o padre Sérgio Geremia, atual coordenador da pastoral.

Crai é esperança para haitiano que quer estudar

SÃO JOSÉ, SC, BRASIL, 24-01-2018 - Anel Brifil, haitiano de 34 anos, encontra dificuldades para se encaixar no mercado de trabalho. Ele é formado em mecânica por uma faculdade do Haiti, mas com o terremoto que atingiu o país em 2010 não consegue comprovar a escolaridade e nem ingressar em uma graduação por aqui. Sua esposa, a haitiana Locimene Joseph Brifil, trabalha em uma fábrica de massas.
Anel Brifil é formado em mecânica, mas não consegue comprovar escolaridade por falta de comunicação entre países

Cinco dias e cinco noites resumiram a viagem de ônibus percorrida pelo haitiano Anel Brifil, do Rio Branco, no Acre, até Florianópolis. Empresas ofereciam oportunidades de emprego na época, o que atraiu imigrantes para Santa Catarina.

A esposa, Locimene, que viajou primeiro, já o esperava na Capital. Ela foi recrutada por uma empresa de Blumenau quando estava em São Paulo — sua primeira parada no Brasil. Porém, como o salário oferecido no Vale do Itajaí era irrisório (R$ 700), Locimene foi orientada por colegas a ir para a Capital, onde conseguiu um trabalho de cozinheira por R$ 1,2 mil.

— O aluguel era R$ 250, dividindo com outras pessoas, e o resto para a comida. Mas o salário não dava para nada — comentou Lucimene.

Hoje, os dois estão desempregados e sobrevivem de ajuda da comunidade haitiana. Após quase três anos no Brasil, o casal pensa na possibilidade de retornar ao Haiti. Brifil critica que é explorado nas vagas de emprego que lhe oferecem, uma vez que o salário costuma ser inferior ao pago a um brasileiro nas mesmas condições.

— A única coisa que me dói de coração (por não conseguir) é a vontade de estudar para conquistar o documento (diploma). Com essa situação, a gente sofre muito e pensa em retornar ao meu país — desabafou.

Comprovar escolaridade é um dos desafios enfrentados pelos estrangeiros, principalmente os que vêm de países em conflito ou devastados por fenômenos climáticos. Com o funcionamento do Crai, o secretário executivo da ASA afirma que a documentação correspondente à educação é um dos serviços que estará disponível.

Impasse em convênio com Ministério da Justiça atrasou inauguração

Em janeiro de 2016, a Secretaria de Estado da Assistência Social assinou um convênio com o Ministério da Justiça e de Segurança Pública que previa a criação do Crai em 24 meses. No contrato, o governo federal se comprometeu a investir R$ 1 milhão com contrapartida de R$ 21,1 mil do Estado.

O espaço pensado previamente para o centro era uma sala no Terminal Rodoviário Rita Maria, que, segundo o secretário Valmir Comin, era amplo e atenderia às necessidades do Crai. No entanto, a sala foi recusada pela ASA, que já havia vencido a licitação para prestar o serviço. Segundo o secretário executivo da entidade, o espaço era pequeno e deixaria os imigrantes aguardando na área de embarque.

— A sala era minúscula e, precária por precária, já tínhamos a pastoral — disse Fernando Batista.

Sem acordo com o espaço físico, a secretaria precisou pedir mais tempo ao governo federal para buscar nova sala. Aí começaram os obstáculos para dar continuidade ao convênio.

Segundo Comin, o Ministério da Justiça informou que não faria mais o repasse por “contingenciamento no orçamento”. Alterações na equipe da pasta também emperraram o andamento do processo.

Em dezembro do ano passado, o Ministério emitiu nota técnica solicitando rescisão do convênio, mas, segundo o secretário, com a promessa de reavaliar o pedido assim que houver disponibilidade financeira.

Como não há prazo para retomar o acordo com o governo federal, a secretaria está inaugurando o centro com verba do Estado. Mas, se o dinheiro for liberado, a secretaria deixa de usar recurso próprio.

Entenda quais serviços serão prestados no Crai:
- Atendimento psicológico, principalmente por causa dos imigrantes que vem de países em conflito ou que sofreram catástrofes naturais.
- Assistência social com encaminhamento a benefícios aos quais os imigrantes tem direito.
- Atendimento burocrático com encaminhamento de visto que pode ser provisório, permanente ou humanitário.
- Integração do imigrante no território brasileiro no que diz respeito à educação, cultura e inserção no mercado de trabalho.

Serviço
Endereço: Rua Tenente Silveira, no Centro da Capital
Funcionamento: De segunda a sexta-feira
Horário: Das 9h às 12h e das 14h às 17h30min


Fonte: G1SC

Prazo para cadastro biométrico obrigatório termina em várias cidades; saiba o que fazer se tiver o título cancelado
Regularização exige multa de R$ 3,50, documento de identificação e comprovante de residência. Só poderá votar neste ano quem regularizar o título eleitoral até o dia 9 de maio.

A Justiça Eleitoral já encerrou na maior parte do país os prazos para o cadastramento biométrico obrigatório, no qual o cidadão comparece a um cartório para fornecer as impressões digitais, que passarão a ser usadas para identificá-lo no momento do voto.

Quem perdeu o prazo e teve o título cancelado, deverá comparecer a um cartório eleitoral com os seguintes documentos:

Título de eleitor cancelado;
Comprovante de residência (sempre que possível, em nome do eleitor);
Documento oficial de identificação pessoal contendo, no mínimo, os seguintes dados: nome, filiação, data de nascimento e nacionalidade;
Comprovante de quitação militar, se for do sexo masculino.
Desde o ano passado, os tribunais regionais eleitorais (TRE’s) têm chamado os eleitores de 1.207 municípios para fazer o procedimento.

Desse total, somente nos cartórios eleitorais de 189 cidades o cadastramento ainda é feito. Os prazos de cada uma delas varia e pode ser consultado neste site do TSE.

Quem perder o prazo da biometria vai ter de pagar multa de R$ 150? Não é verdade!
Metade dos eleitores já deve votar com uso da impressão digital
Neste ano, o último prazo para o cadastramento obrigatório é 30 de março, mas somente para alguns municípios de São Paulo. Em várias outras cidades, a data-limite termina antes e, por isso, o eleitor deve ficar atento para não ficar de fora.

Para facilitar e agilizar o atendimento no momento da regularização do título, o eleitor poderá acessar o site Título Net, preencher os dados e agendar a visita ao cartório eleitoral. Se usar o site, deverá comparecer ao cartório em até 5 dias corridos. Depois disso, o pedido será invalidado.

Para regularizar o título, é preciso ainda pagar uma multa de R$ 3,50. O boleto pode ser emitido pelo Título Net e deverá ser levado ao cartório quitado junto com os demais documentos requeridos.

Só poderá votar neste ano quem regularizar o título eleitoral até o dia 9 de maio. Se depois disso o título não estiver válido, o eleitor não participa das eleições.

Se o título for cancelado, a pessoa:

Fica impedida de tirar ou renovar passaporte;
Fica fora de concursos públicos ou impedida de tomar posse em cargos públicos;
Deixa de receber salário em emprego público;
Fica proibida de participar de concorrência pública;
Não renova matrícula em instituição pública de ensino;
Não recebe empréstimos de bancos públicos, como Caixa e Banco do Brasil.
Cerca de 75,5 milhões de pessoas, pouco mais da metade dos 146,7 milhões dos eleitores, já estavam cadastrados na biometria no fim de janeiro.

O objetivo da Justiça Eleitoral neste ano é alcançar 82,5 milhões de cadastrados (56,5% do total).

Para fazer a biometria, é preciso levar os mesmos documentos para a emissão do primeiro título ou para a regularização (listados acima).


Fonte: SPC Brasil

Confiança dos MPEs termina janeiro com 54,6 pontos e inicia 2018 com otimismo, mostra indicador do SPC Brasil e CNDL

51% dos MPEs estão otimistas com a economia nos próximos seis meses. 49% acreditam que o faturamento de seus negócios crescerá

O Indicador de Confiança da Micro e Pequena Empresa (MPE) atingiu 54,6 pontos em janeiro, acima dos 51,1 pontos no último mês de dezembro, segundo dados do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Pela quarta vez seguida, o resultado ficou acima dos 50 pontos, indicando que o clima de otimismo tem prevalecido entre os entrevistados. Pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que, acima de 50 pontos, reflete confiança desses empresários e, abaixo dos 50 pontos, reflete desconfiança com os negócios e com a economia.

“Tanto a avaliação do cenário atual quanto as expectativas para futuro cresceram neste início de ano, com destaque para o crescimento do segundo componente”, afirma o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro. “A recuperação econômica em curso contribui para a melhora do humor dos empresários. A percepção do cenário atual já é bem melhor do que a observada no início de 2017. Se confirmadas as expectativas ao longo de 2018, a confiança poderá consolidar-se acima do nível neutro, quem sabe encorajando os micro e pequenos empresários ao investimento e, por consequência, iniciando um ciclo virtuoso para a economia”, analisa.

O Indicador de Confiança é composto pelo Indicador de Condições Gerais e pelo Indicador de Expectativas. Por meio da avaliação das condições gerais, busca-se medir a percepção dos micro e pequenos varejistas e empresários de serviços sobre os últimos seis meses. Já através das expectativas, busca-se medir o que se espera para os próximos seis meses.

Indicador de Condições Gerais avança de 34,2 pontos para 41,6 pontos em um ano

O Indicador de Condições Gerais, que avalia o retrospecto do micro e pequeno empresário sobre o desempenho de suas empresas e da economia nos últimos seis meses, subiu de 34,2 pontos em janeiro de 2017 para 41,6 pontos em janeiro de 2018. Como o índice continua abaixo do nível neutro de 50 pontos, significa que os empresários ainda não enxergam os últimos seis meses de forma favorável, embora o crescimento do índice aponte uma interrupção na trajetória de piora.

Na abertura do indicador, tanto a avaliação regressa de seus negócios quanto da economia, apresentaram melhora na variação anual. No primeiro caso, passou de 37,4 pontos para 44,9 pontos na escala. Já para o desempenho recente da economia, a evolução positiva foi de 31,0 pontos para 38,4 pontos.

Em termos percentuais, 50% dos micro e pequenos empresários sondados consideram que as condições da economia brasileira pioraram nos últimos seis meses. Apesar de elevado, o número alcançou 63% em janeiro de 2017. Já a proporção dos que notaram melhora da economia marcou 23% em janeiro.

51% dos MPEs estão otimistas com o futuro da economia do país

O Indicador de Expectativas, que serve de parâmetro para avaliar o que os empresários aguardam para o futuro, ficou em 64,4 pontos em janeiro de 2018, contra 59,0 observados em dezembro de 2017 e dos 63,6 pontos que marcara em janeiro de 2017.

De acordo com o levantamento, 51% dos micro e pequenos empresários estão em algum grau confiantes com o futuro da economia do país contra 18% de pessimistas. Quando essa análise se restringe à realidade da sua própria empresa, o índice cresce e atinge 64% dos empresários otimistas contra um percentual de 8% que manifestaram pessimismo com o futuro de seus negócios.

Apesar da confiança dos empresários no desempenho da economia, na maior parte dos casos, os entrevistados não sabem explicar as razões: 40% desses empresários admitiram não saber o porquê de seu otimismo, apenas acreditam que coisas boas devem acontecer. A mesma razão é citada por 26% dos micro e pequenos empresários que estão otimistas com seus negócios.

Entre os que estão otimistas com a economia, há também 38% que já notam a melhora de alguns indicadores econômicos e 16% que o País tem um amplo mercado consumidor. Já entre os que imaginam que suas empresas terão um horizonte positivo nos próximos seis meses, 35% confiam na boa gestão que fazem do negócio, medida que os fazem se distanciar dos efeitos da crise, na opinião desses entrevistados.

Em sentido oposto, entre os pessimistas com a economia, a questão política também ganha protagonismo, revelando que a incerteza no campo político afeta as perspectivas econômicas de 69% dos desses entrevistados. Dentre os pessimistas com o próprio negócio, 48% afirmam que o volume de vendas está baixo e 30% consideram difícil empreender no Brasil.

Outro dado investigado pelo levantamento foi o faturamento das empresas. A maior parte (49%) dos micro e pequenos empresários acredita que o faturamento poderá crescer. Outros 41% acham que ele não se alterará ao longo deste primeiro semestre do ano, contra apenas 6% dos que esperam queda das receitas.

Metodologia

O Indicador e suas aberturas mostram que houve melhora quando os pontos estiverem acima do nível neutro de 50 pontos. Quando o indicador vier abaixo de 50, indica que houve percepção de piora por parte dos empresários. A escala do indicador varia de zero a 100. Zero indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais da economia e dos negócios “pioraram muito”; 100 indica a situação limite em que todos os entrevistados consideram que as condições gerais “melhoraram muito”.

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